27 março 2015

Pertencer a outros

Há pessoas que me orgulho de ter na minha vida. Falo delas e dos seus feitos com mais orgulho do que falo dos meus (as coisas pequenas da vida são feitos, não é preciso andarmos todos a descobrir a cura para o cancro - mas dava jeito). São as minhas pessoas. 

Não é solitário viver sem isto? Ter os outros num anel diferente, paralelos a nós, em patamares que não se tocam? 

1 comentários:

Marisa Maria disse...

é bom poder acreditar noutros como acreditamos em nós (ou mais ainda)