22 janeiro 2013

(teorias)

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Há umas quantas pessoas que me querem ver pelas costas. Só isso justifica a quantidade de vezes que me perguntam porque não emigro. Mas por que carga de água havia eu de emigrar? A resposta ronda sempre o mesmo padrão: porque lá fora está-se melhor, ganha-se mais, qualidade de vida e isso.
Eu continuo a achar que lá fora faz frio, que aqui é que estou bem.

O fenómeno que não percebo é este tipo de pergunta vir em magotes. Embicam todos para o mesmo lado ao mesmo tempo.

[conspiracy mode - off]

17 janeiro 2013

Abrindo mentes

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Nunca li nada da E.L. James, autora d'As cinquenta sombras de Grey e sucessores, mas acho que é de se lhe tirar o chapéu porque jamais tinha visto alguém a mostrar sem pudores ou vergonhas que está a ler um livro erótico. Parece que a abertura de espírito chega através de estratégias comerciais. Curioso.

14 janeiro 2013

Decidam, senhores

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Então quando é que ficamos a saber de que forma nos vamos governar nos próximos meses? É que esta dança do desconta x aqui, y ali, z acolá deve ser divertida mas dava jeito saber quanto é que nos vai cair na conta.

Decidam, senhores, já sabemos que não vamos gostar pelo menos saber com o que contar.

10 janeiro 2013

Galinhas

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Está para breve o dia em que me meto em sarilhos. Não tarda agrido uma das galinhas que não calam o bico durante mais do que 10 minutos, todo o santo dia em que estão as duas (felizmente não são todos), ali do outro lado da sala. Já sei a vida dos filhos e da sogra de uma e tudo sobre os saldos das lojas das redondezas.
Calar a boca e deixar os outros sossegados a trabalhar (e trabalhar também, já agora)? Nop. Isto do openspace é para partilhar tuuuuuudo.

Não me responsabilizo.*


(*durmo pouco, tento acordar cedo e estou a cortar no café de forma involuntária)


09 janeiro 2013

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Ora então diz que
O Tribunal Administrativo e Fiscal de Almada considerou que os espectáculos eróticos são de cariz artístico e que, por isso, o Imposto de Valor Acrescentado (IVA) deve ser cobrado à taxa reduzida.



Por acaso não acho nada mal.

Já alguém colocou a este Tribunal a mesma questão mas relativamente ao trabalho dos músicos, vendido sob a forma de CDs e taxado ao valor máximo? Aquele que é altamente pirateavel e que se calhar ajudava um bocadinho que fosse mais acessível, para incentivar o consumo legal...

Nas minhas concepções económicas (é sempre giro quando nós, os de Letras, temos disto) era o chamado incentivo a uma indústria.

01 janeiro 2013

A tutti

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Feliz dois-mil-e-treuze!