09 janeiro 2013



Ora então diz que
O Tribunal Administrativo e Fiscal de Almada considerou que os espectáculos eróticos são de cariz artístico e que, por isso, o Imposto de Valor Acrescentado (IVA) deve ser cobrado à taxa reduzida.



Por acaso não acho nada mal.

Já alguém colocou a este Tribunal a mesma questão mas relativamente ao trabalho dos músicos, vendido sob a forma de CDs e taxado ao valor máximo? Aquele que é altamente pirateavel e que se calhar ajudava um bocadinho que fosse mais acessível, para incentivar o consumo legal...

Nas minhas concepções económicas (é sempre giro quando nós, os de Letras, temos disto) era o chamado incentivo a uma indústria.

4 comentários:

GATA disse...

E porque é que os livros têm uma taxa e os discos têm outra?

L'Enfant Terrible disse...

Isso é simples, os juizes devem ser clientes assíduos de tais casas e espetáculos, quiçá, terão até cartão de cliente. Música, isso já não estão para ouvir, só querem é "ver"!

D* disse...

Pois... eu quando li a noticia também fiquei a pensar no assunto. então incentivar a musica "legal" não pode ser, mas espectáculos assim já pode ser. É mais ou menos como o leite com chocolate que ia passar para 23% e o vinho que se mantinha nos 6%.
Está bonito está!

Cat disse...

Pois...nem trabalham nem deixam trabalhar...