31 janeiro 2012

Eu podia ser muito rica

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A minha vida dava uma bela série de televisão, hollywood style.
Juro.

Se me comprassem os direitos e ainda me pagassem pelo sucesso - garantido - da série, ia ser muito muito rica.

Talvez devesse já pensar em quem faria de Mnemósine.

30 janeiro 2012

Os transportes em Lisboa

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Já falei das greves. Para esta semana tenho apenas a apresentar 2 factos:
1. Quarta dia 1 entram em vigor novas tarifas (o meu passe, o mais barato da cidade, aumenta 6 euros)
2. Quinta dia 2 há greve dos transportes.

Nem preciso de comentar.

26 janeiro 2012

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Fun fact: consigo desligar o meu cérebro, não problematizar, não pensar mais do que o estritamente necessário. O único problema é que não é de interruptor, tem um qualquer sistema complicado e demora a aquecer, não para simplesmente ligar. Therefore, não há ideias.

24 janeiro 2012

Acho que tenho um problema

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Sou uma "guardadora" compulsiva de separadores de internet.
Uso dois browsers, cada um abre diariamente com mais de uma dezena de separadores, alguns vão mudando conforme o dia.
Depois digo que a net está lenta (que está) e continuo à espera que alternar entre browsers seja coisa para demorar um segundo.

23 janeiro 2012

Ora bem

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Carissimos,
vocês sabem que para este país andar para a frente (e não continuarmos a passar a vergonha de ter um Presidente da República pobretanas) há-que apoiar algumas áreas importantes, sendo uma delas a investigação em vários campos. Certo?

Então vamos lá ajudar a Cátia, que é uma investigadora do SexLab da Universidade de Aveiro que está a trabalhar sobre a dor sexual e crónica nas mulheres. A participação tem ficado aquém do necessário por isso a Cátia pede que participemos e divulguemos.

Copio a informação:

"Encontra-se neste momento a decorrer um estudo online intitulado "Determinantes Psicossociais da Dor Sexual na Mulher", integrado no Projecto de Doutoramento em Psicologia Clínica da Mestre Cátia Oliveira, sob a orientação do Prof. Dr. Pedro Nobre e da Prof. Dra. Sandra Vilarinho.

Solicitamos a participação de mulheres dos 18 aos 75 anos de idade, nomeadamente mulheres que apresentem dor sexual, mulheres que apresentem dor crónica, mulheres que apresentem dificuldades sexuais e mulheres que não apresentem nenhumas destas dificuldades.

O principal objectivo do estudo é contribuir para a compreensão do perfil psicossocial das mulheres portugueses que apresentam dor, nomeadamente dor sexual. Pretende-se igualmente avaliar a presença e importância das dimensões cognitiva, afectiva, relacional e orgânica na dor sexual, nomeadamente a forma como estas dimensões se associam para explicar a dor e respectiva intensidade no contexto sexual.

Para participar basta clicar no seguinte link: http://wsl2.cemed.ua.pt/dpdsm/.

Todos os questionários são completamente anónimos, não sendo pedidos dados que possam identificar as pessoas que a eles respondam.

Qualquer tipo de informação adicional poderá ser solicitada através do email catioliveira@gmail.com.

Agradecemos desde já a sua participação."

19 janeiro 2012

Amor de Perdição CXLIII

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Há poucas coisas melhores que torradas de pão fresco ensopadas em manteiga (sobretudo quando se chega a casa a boas horas para se estar a dormir).

18 janeiro 2012

(sem título)

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Há uma coisa que me intriga bastante nas relações entre os homens portugueses:
os homens-amigos (e outras relações não formais) despedem-se com frequência - ao telefone, em emails ou mensagens escritas - com "abraço".
Presencialmente, é raro ver dois homens a abraçarem-se. Assim de repente lembro-me de:
casamentos - os amigos e os familiares abraçam o noivo
nascimento de crianças - idem, o pai e não o noivo
anúncio de um dos dois anteriores
abraço ao pai e ao irmão para evitar dar beijinhos a um homem em público.

Bem sei que não é de amigo dizer ou escrever "então adeus, cumprimentos" mas tanto abraço virtual e depois tão pouco à-vontade... parece-me um tanto estranho.

17 janeiro 2012

Sou um caranguejo

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13 janeiro 2012

Levem isto como uma sugestão

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Tenho para mim que tudo tem um ar menos mau se nos decidirmos a levar os dias com um sorriso na cara.

Mais não seja porque um sorriso traz outro.

12 janeiro 2012

(sem título)

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A minha vida estava cheia de stress e por isso decidi simplificá-la.

Mas desisti, era demasiado complicado.


(é pena não ser só piada)
(isto é uma colagem, vejam aqui o lead)

11 janeiro 2012

'Tá?

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10 janeiro 2012

Ódio de estimação CXLVI

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Odeio falta de transparência, de clareza e de honestidade. E quem escolhe não dar uso a qualquer uma das três.

09 janeiro 2012

Coisas que a vida ensina

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Nunca ler a embalagem daquilo que se está a comer.

(É como ver o Dr. Oz)

05 janeiro 2012

Estou dividida

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Então agora é o povo contra o Pingo Doce. Eu sou do povo e estou com o povo, mas há duas questões que me martelam a consciência:

1. Então mas eles não têm produção nacional? Se as pessoas não comprarem não estão também a pôr em causa as pessoas que trabalham na produção desses produtos? Parece-me importante saber.
2. E as bolachas que não encontro em mais lado nenhum, deixo de as comer? É que são boas.

04 janeiro 2012

Amor de Perdição CXLII

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Gosto de petit noms.
E de lhes lembrar as origens e saber que existem porque há sentimentos positivos a unir as pessoas.
É bonito. Gosto mesmo.

03 janeiro 2012

Ódio de estimação CXLV

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Não gosto assim grandes coisas quando as pessoas se fazem de desentendidas. Ah e tal devem-me ter dito quando eu estava a prestar atenção noutra coisa. Irrita-me só um bocadinho o arzinho surpreendido quando só falta mesmo sair em Diário da República.

02 janeiro 2012

On the other hand

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Hoje é apenas mais uma segunda-feira.
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Nunca antes a frase-cliché "ano novo, vida nova" se adequou tanto à minha realidade.

2012 faz-me pôr 2011 em causa. E 2 dias porem em causa 365, é obra.
Mas depois lembro-me das muitas coisas que aconteceram ao longo deste ano e dou por mim a sorrir. Logo penso que afinal valeu a pena.
Ri-me até me doerem as bochechas mais vezes do que consigo contar.
Sofri mais do que achei razoável mas não me arrependo (muito).
Tive dias medonhos que terminaram com um sorriso.
Refilei e reclamei, como sempre faço, apenas para depois pensar que uns dias compensam os outros.

Portanto, para hoje - e espero que para o resto do ano - o que quero é ver o lado bom das coisas e distribuir beijos e abraços pelas pessoas de quem mais gosto (e que nem sempre sabem quem são).

01 janeiro 2012

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Um bom ano 2012 a todos os que por aqui passam!

Que seja, pelo menos, melhor do que se prevê.