31 agosto 2011

Ódio de estimação CXXVII

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Odeio pessoas que passam a vida a criticar as manias dos outros, fazendo campanha contra o que se faz por vício, por hábito ou por gosto, mas depois parecem brinquedos de corda de tão formatadas estão as suas vidas (sem sequer se aperceberem disso).
Se é para criticar tão insistentemente, com tanta vontade, pelo menos que seja por terem uma ideia melhor e não por fazerem parecido ou por não fazerem nada de nada.

30 agosto 2011

Vantagens de apanhar mau tempo nas férias

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1. Sair de casa, apanhar vento e sol, passado um bocado apanhar uns pingos de chuva e depois de mais umas voltas ter novamente vento e achar que até está um dia agradável em Lisboa.

(afinal era só uma vantagem)

De regresso =|

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Voltei...que preguiça!

Domingo foi um dia complicado. Choveu tanto e esteve tanto frio que a vontade de passear era muito pouca. Apetecia muito mais um banho quente e uma tarde a ler do que ter as calças ensopadas até aos joelhos, segurar o chapéu de chuva com a orelha e o ombro para tirar fotografias em night scene e ver tudo à pressa porque parado gela-se.
Contado assim tem a sua piada. Na altura também me ri um bocadinho, não contava nada com dias ainda piores do que os que já relatei.

Depois posto algumas fotos. Por agora vou dedicar-me a tarefas diversas, nada de interessante infelizmente.

28 agosto 2011

Sítio #3

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Sendo já mais que óbvio, não resisto à brincadeirinha. Falta na foto o R.F.

27 agosto 2011

Aqui

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Está frio. Eu sou friorenta mas desta vez é de fiar: está um frio do catano.
Tenho andado com tshirt, casaco de malha, blusão, écharpe ao pescoço e ainda assim há alturas em que tenho frio. Só se está bem dentro de lojas. A sério.

Naturalmente, como sou uma pessoa de sorte, voltei a andar com a mala "às costas" debaixo de chuva intensa. Desde que voltei a entrar num hotel, chove mas nada de cargas-de-água.

Fora isso, se vierem para estas bandas não se fiem no mapa da cidade que está disponível na estação de comboios. Ontem andei a tarde inteira aos papéis por conta do maldito - aquilo é o mapa de um sítio que alguém imaginou, não de Antuérpia.
Por artes mágicas ou porque sou talhada para esta vida de andar a passear, consegui ver todos os pontos de interesse turístico da zona para onde fui mesmo com um mapa muito muito bera. Palmas.
(Pelo sim pelo não, hoje de manhã arranjei um mapa verdadeiro.)
Pelo caminho ainda comi um guisado belga (isso de ser belga era o que estava no menu, eu acreditei) para lá de delicioso. E hoje comi um vol-au-vent também muito bom.



26 agosto 2011

Sitio #2

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(post programado)
(foto retirada da net)

24 agosto 2011

Daqui (breve update)

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Foi só eu maldizer o tempo e tudo melhorou.
Ontem chuviscou ainda uns bocados mas anunciava trovoada: chuva com calor, cheguei a andar de tshirt e chapéu aberto.
Mas a trovoada não veio, choveu durante a noite mas durante o dia apenas curtos períodos de chuva miúda. Ficou algum frio (não frio de Inverno) mas para passear não é desagradável.
Mudaram-me o quarto, com alguma resistência inicial, e terminaram os meus problemas. Tenho net, consigo dormir e não estou numa sauna.

A cidade mudou de aspecto (aos meus olhos, claro). Ontem ainda tive a sensação muito estranha de não perceber onde raio estão as pessoas. Cheguei à Grand Place pelas 11h e nem ali nem pelo caminho vi muitas pessoas. Bastante estranho.
Mais para o meio da tarde já circulavam quantidades normais de turistas e pessoas com ar de locais-a-viver-a-sua-vida. Suponho por isso que a chuva assustou as gentes e quando esta parou as pessoas voltaram à rua.
Turisticamente falando, já vi mais de metade da cidade. Infelizmente, os guias nunca conseguem referir tudo e nesta cidade é mesmo impossível indicar o que vale a pena ver porque é mesmo muita coisa. O que é bom.
Ainda não comi chocolates, o que não me parece lá muito normal em mim.


Nota para quem comentou o post anterior: respondi.

23 agosto 2011

Por cá (de ontem, a chegada)

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Por aqui chuva, chuva, trovoada, chuva, sol.

Ainda não há 24h que cá estou e tenho já o que contar.

Começando pela TAP, essa que supostamente prima pelo serviço. Essa empresa tem a lata de servir como refeição a bordo uma sandes deslavada e uma gelatina num voo que levanta às 12h45 (mais atraso, menos atraso). Sendo que a antecedência mínima para o check-in são 120min, qualquer pessoa ali estaria no aeroporto desde as 10h30 da manhã, mais coisa menos coisa, contando que a hora prevista de chegada era 16h30 hora local, a TAP obriga os seus passageiros a estarem até às 17h30 mínimo dos mínimos com o pequeno almoço, uma sandes e uma gelatina no bucho. Não acho normal. Eu só consegui voltar a comer passava das 19h (18h de Lx).
Depois o serviço: vergonhoso. Começando por a hospedeira obrigar um passageiro sentado no meio de outros dois (desconhecidos) a levantar-se para pôr a porcaria de uma mochila no local apropriado, sendo que ele se sentou sem a colocar ali porque a senhora disse que ele teria de esperar pois não havia espaço... Acabando no café/chá que é servido ao mesmo tempo que a sandes. Mau.



À chegada, como disse acima, muita muita chuva. Dá imenso jeito com a bagagem.
A primeira impressão foi péssima: gente estranha, ruas porcas (só as esperava mal-cheirosas), um ambiente soturno e pesado. Estive na rua apenas para (1) procurar o hotel e (2) procurar um restaurante e voltar ao hotel e fui logo dar (imagino) com os piores sítios, incluindo um dos locais com putedo barato amiúde (perdoem a linguagem).
Anyway, ontem só queria mesmo comer e dormir.

Ao regressar ao hotel pedi a password da internet, cheguei ao quarto e nada. Desci à recepção (o telefone não funcionava) e...
ah e tal há alguns quartos onde não dá...experimente no corredor.
Ai, deves. Então mas isso não me parece bem, olhe que não era isso que estava divulgado.
Desça amanhã tão cedo quanto puder e tentamos mudá-la de quarto.

Menos mal. Lá fui ao corredor ver o mail, um dia não são dias.

Adormeci ainda não era meia-noite, com um calor de ananases dentro do quarto, uma torre de refrigeração apontada a mim e completamente destapada. 3 da manhã e eu acordada, um calor horrível e eu sem poder sequer abrir a janela tal era o temporal: chuva intensa, vento, trovões e alguns relâmpagos. Rebolei, rebolei. Nem net tinha, já maldizia a minha vida. Decidi ir refrescar a cara com água. Só corre água quente. Lembrei-me do Jim Carrey porque isto parece a intro de um filme dele. Lá para as 5 voltei a dormir.

Hoje já sai, já fui a sítios. Não é o ghetto que parecia ontem à noite, não.
Vou ver mais umas coisas e depois conto.


22 agosto 2011

Sítio #1

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(isto sou eu a tentar não ser demasiado óbvia na escolha da fotografia)
(retirada da net)

Até já

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Vou-m'embora.
Vou passear e ver mais um bocadinho de mundo.
Vou para perto mas não digo para onde. Vêm as fotos para quem queira "adivinhar", como tem sido hábito.
Este ano levo computador - espero não me arrepender - por isso sou capaz de postar umas patacoadas de vez em quando.
Espero poder contar com a colaboração do blogger. Cross your fingers.

Até já!

19 agosto 2011

(sem título)

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As televendas são oficialmente a coisa mais idiota que alguma vez vi na televisão.
Consegue ser mais insultuoso que os apanhados. E para eu dizer que alguma coisa é pior que apanhados, é preciso ser mesmo muito reles.
Já não é só enganar as pessoas, é não ter vergonha disso e portanto nem tentar disfarçar.

Não sei como empresas privadas se prestam à figura de exibir repetidamente os mesmos anúncios, ora um ora outro.

18 agosto 2011

Amor de Perdição CXXVI

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Hoje já só penso em férias.
Último dia de trabalho! Melhor que hoje, só mesmo amanhã.

17 agosto 2011

(sem título)

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Ontem apresentaram-me a seguinte teoria:
A forma de vestir dos homens (vulgo estilo) é sempre influenciada pelas suas mulheres/namoradas.

Isto, claro, generalizando.


Antes de pensar e analisar se concordo ou não, se se aplica(rá) às pessoas que me rodeiam ou não...disse:
Espero que essa teoria não seja a opinião da maioria, que vergonha (a minha, entenda-se)!

I'm a sad, sad person. Really.

16 agosto 2011

Ódio de estimação CXXVI

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Odeio a expressão "dizer uma(s) palavra(s)".

De todas as expressões redundantes e inúteis esta é das que mais me irritam.
A redundância cumpre a sua função e dá a sua ajuda em contextos diversos mas "dizer uma palavra" lembra-me a parvoíce de perguntar se o copo é com água ou sem água quando se pede um copo de água, como se alguém pedisse 'um copo de água vazio', em vez de 'um copo'.

(assim como me irrita esta mania do blogger de não me publicar os posts que agendo)

12 agosto 2011

Como não adorar os saldos

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Os saldos para mim são uma coisa complicada. Gosto de coisas boas e baratas, mas também gosto de entrar e sair de uma loja sem grandes demoras, vendo tudo. Não gosto de feiras.
Assim sendo, agradam-me muito os saldos por exemplo das perfumarias, que têm as coisas arrumadinhas na mesma.
Pronto.
Encontrei numa Perfumes & Cia um rimel da YSL a preço convidativo. Uns 15 euros se não estou em erro. Além disso, trouxe mais umas coisas.
Pois que ao abrir o dito, uns dias depois de comprar - e eu que nunca abro um produto antes de acabar o anterior... - fico com a escova dentro do frasco e sinto um cheiro a ranço que não sei descrever.
Bonito.

Hei de lá ir devolver, verei o que me respondem.

11 agosto 2011

Amor de Perdição CXXV

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Sabem aqueles programas que mostram as casas dos famosos? Adoro. Mas melhor ainda são os bloggers que vão mostrando a sua casa, o seu closet... pessoas reais (as in com ordenados normais para gerir) com espaços lindos e personalizados (sem aquele ar de projecto de decoração onde não mora ninguém)... Gosto muito.

10 agosto 2011

(sem título)

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Estive a espreitar as estreias cinematográficas até fim de Setembro e estou ralada: a silly season este ano não tem data para acabar?

Tirando um ou dois que me parecem melhores, é só filmes pipoca. Em um mês e meio.
Depois já se sabe, começa a corrida aos Oscars e é preciso tirar férias para conseguir ver todas as estreias que interessam.
Não percebo a lógica.

Já agora, fui ver A Conspiradora um dia destes.. fraquinho.

09 agosto 2011

Ódio de estimação CXXV

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Odeio visceralmente andar de autocarro.

Às tantas já nem sei bem explicar porquê. Sou muito pró-transportes públicos, excepto autocarros.

08 agosto 2011

(sem título)

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Continuo sem perceber a história de uma pessoa que saiu de uma relação amorosa prolongada não estar preparada/disposta ou não dever entrar numa nova relação séria. 

Claro está que deve ser de mim. 
Uma relação não é como uma refeição, em que ficamos "satisfeitos" e durante um determinado período de tempo não temos necessidade de voltar ao mesmo. Pelo contrário, a meu ver, quando uma relação acaba, temos a alma vazia, às vezes até o ego em baixo, estamos cansados de uma série de coisas (de tentar, de discutir, de pedir, de sacrificar, de ouvir, de dizer, e tantas outras possibilidades)... nem que seja do marasmo de uma união sem sumo.
Raras serão as relações de onde alguém sai feliz, estarei enganada?
E muitas vezes tudo o que apetece é dedicar todo o nosso tempo e todo o nosso esforço a nós próprios, aos nossos sonhos próprios e individualistas, àqueles que ficaram para segundo plano..
Mas muitas outras vezes o que apetece é voltar a ter alguém que nos olhe nos olhos, que queira conhecer-nos, agradar-nos, fazer parte de nós e partilhar connosco tudo o que faz, quer e gosta. Se tivermos a sorte de encontrar alguém assim - bem sei que o factor sorte é discutível - porquê limitar à partida uma nova relação como "rebound" se pode até, eventualmente/quem sabe/com algum empenho, vir a ser a melhor que já tivémos?

07 agosto 2011

tchanan

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Vale mais tarde que nunca e hoje, muito tempo depois do que devia ter sido, mudei a cara ao blog.

Não ficou como eu queria, ou porque há coisas que não encontrei ou porque não as consegui pôr a funcionar.
Também não mudei muito: mantive o fundo, mantive as cores.

Digam de vossa justiça.

05 agosto 2011

Good days and bad days

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Depois da tragicomédia que foi a semana passada, ontem foi O dia das boas notícias, de assuntos resolvidos, de conversas engraçadas.

Mais, por favor!

04 agosto 2011

Amor de Perdição CXXIV

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Adoro ver programas de gastronomia (culinária, comida, o que quiserem chamar).

Tem o seu quê de estranho, sendo que odeio cozinhar.
Tirando a Nigella, que não suporto, e o Chakall que não me cativa muito, papo todos os programas com chefs que passam na televisão.

03 agosto 2011

Dualidade de critérios

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A parte do não funcionam não sei se será assim, a partir do momento em que uma prisão tradicional serve o principal propósito que é afastar alguém da sociedade cuja harmonia que põe ou pôs em risco. Mas acredito na segunda premissa e, mais do que isso, creio que a "reabilitação" é um dos objectivos principais das penas de prisão (seja qual for o sistema).

No entanto, e cheguei ao título do post, mesmo pondo de lado as questões económicas, custa-me ser imparcial e conceder (na minha consciência, entenda-se) o direito a algum conforto e a uma segunda oportunidade a assassinos como o Breivik e outros.

02 agosto 2011

Ódio de estimação CXXIV

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Começo por um exemplo:
Ontem à noite, procurando alguma coisa que se aproveitasse para ver nos 100+ canais que tenho, parei na Fox, onde estava a dar um episódio de House. Já ia a meio e eu já tinha visto mas não havia mais nada que me agradasse por isso esperei.
A seguir deu um NCIS-LA. Depois deu outro House...ok. Seguiu-se a esse o mesmo episódio de House que estava a dar mais ou menos 1h30 antes, quando ali parei.

Já nem nos serviços extra sobre os serviços especiais que contratamos a empresas privadas conseguimos ter o mínimo de qualidade.

O mais escandaloso é que além da fraca qualidade do serviço pelo qual pagamos (as Zons, os Meos, a net que cai e as boxes que bloqueiam) e dos seus parceiros de negócios (os canais, neste caso) é que mesmo que uma pessoa decida desistir deste serviço acaba por pagar o mesmo por menos coisas.
Isto é, já várias vezes pensei em deixar de ter tv por cabo, ou reduzir para um pacote de canais básico, mas para manter uma velocidade de internet rápida estou obrigada a pagar sempre o mesmo valor - mais euro, menos euro.

Autoridade da concorrência?


Nota: já escrevi sobre isto, mas como continuo a procurar alternativas e continua a não haver, continuarei a escrever.

01 agosto 2011

Foi assim:

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1. Inicio da semana: decido estar Zen (no trabalho). Assim com maiúscula e tudo.
2. Ignoro o que geralmente me irrita, sorrio e conto até 20. Rio-me das notícias que me chegam, aquelas que geralmente me fazem rebolar os olhos ou arquear as sobrancelhas.
3. Faço o que me compete e mais umas coisitas que para estar Zen mais vale seguir a velha máxima do "se queres bem feito, faz tu". Pressionar os outros para que façam isto ou aquilo torna-se irritante.
4. Quarta a coisa azeda. As coisas não correm como previsto e alguém, que não eu, decide não estar lá muito Zen. Eu deixo o meu estado Zen porque me mexe com a memória a recorrente mania de pôr as mãozinhas a fazer de talas só para não ver a big picture (ou o espelho)(...).
5. Quinta estou fora, realinho.
6. E sexta entorna-se o caldo, que é como quem diz destapa-se o penico, e quem fica a limpar a msujeira dos outros é a Mnemósine. Diz que estamos em período de férias.

Tivesse eu uma pastilha para a garganta e era capaz de ter levantado a voz àquele "então mas qual é o problema?".


O pedido de desculpas ainda não chegou, deve estar a ser elaborado e chegar acompanhado de uma caixa de chocolates. Deve.