28 fevereiro 2011

E até se produzia mais

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Faziamos assim: ou se trabalhava no carnaval ou se trabalhava no dia seguinte aos oscars. Cada um escolhia.
A escolha é simplezzzzzz.

25 fevereiro 2011

Dia não.

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24 fevereiro 2011

Amor de Perdição CI

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Uma coisa que costumava odiar e agora adoro, sabe-me bem e tento sempre tirar o máximo proveito: alterações de planos à última hora (para coisas diferentes que não piores).

Coisas que o tempo ensina.

23 fevereiro 2011

Picar ponto é uma maravilha

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Senão como é que eu ia saber quanto demoro a sair, ir até ao multibanco mais próximo que está avariado, ir até ao multibanco mais próximo do que estava mais próximo, levantar dinheiro, seguir para o McDonalds, esperar pela minha vez (1 pessoa à frente) pedir um menu "rápido, rápido", esperar, pagar, sair, voltar e picar entrada? Hm, como é que eu ia saber?

Demora 8 minutos, já agora. Sem correr.

22 fevereiro 2011

Ódio de estimação CI

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Odeio não saber se uma coisa é boa ou má.

As dúvidas não vão bem com o meu tom de pele.

21 fevereiro 2011

Mal contado ou pouco contado...

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Muito estranha esta noticia sobre o presidente da junta que tentou atravessar a ribeira (a que propósito?) de jipe, ia acompanhado e o acompanhante safou-se mas só 3h depois é que o alerta foi dado e só no dia seguinte é que o corpo é retirado, depois de se terem feito buscas.

18 fevereiro 2011

Ai que me apetece tanto rir

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Estão a ver o campus de justiça que foi construído no Parque das Nações? Aquele que é praticamente novo, modernaço e tal...
Pois parece que as varas criminais que ali estão instaladas vão ser transferidas para a Marquês de Tomar, onde as salas são mais amplas e seguras.
Edifícios novos, tão bons tão bons que nem para os efeitos para os quais foram construídos servem. Não vão ficar vazios, não, vai para lá o tribunal do trabalho. As mudanças paga o Estado como se pode imaginar.

Outras coisas interessantes: o Palácio da Justiça tem 2 andares quase vazios, que vão agora ser ocupados e o Campus do Parque das Nações estão a custar mais 10 milhões de euros em renda e condomínio que os anteriores edifícios.

Surreal.


Infos Aqui e Aqui

17 fevereiro 2011

Amor de Perdição C

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Lembro-me de ouvir, desde sempre, a minha mãe dizer "Para saber mandar é preciso saber fazer".
É curioso como se tornou também uma frase comum nos meus monólogos com os meus botões.
É cada vez mais comum (no meu quotidiano, pelo menos) deparar com situações em que quem manda não sabe o que está a mandar, não percebe a dimensão das coisas, a logística do que quer feito ou mesmo as repercussões do que quer. E vejo isso em tudo, desde do estado do mundo às conversas corriqueiras que oiço no café.
De todas as vezes que me ocorre aquela frase recuo um pouco à infância, aos momentos despreocupados em que não sabia bem como estava certa mas sentia que aquilo era muito verdade (era a minha mãe que a dizia, pois, só podia ser).
De uma forma estranha, a ignorância ou arrogância de quem manda sem saber acaba por me trazer um calorzinho à alma.

(tamanho de letra largest!)

16 fevereiro 2011

(sem título)

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De repente, o facto de vários idosos serem encontrados sem vida nas suas casas passou a ser notícia. Como se assim de um dia para o outro as pessoas tivessem começado a quinar aos magotes.
Estas situações sempre aconteceram, acontecem provavelmente diariamente, nunca nenhuma autoridade trouxe a questão a debate ou a expôs publicamente. Sempre foi uma daquelas questões em todos assobiam para o lado.
É preciso uma pessoa desaparecer 8 anos (ou 9?) sem que ninguém sequer lhe entre em casa para isto ser assunto, ter valor de noticia e de propostas para monitorização.
Vão fazer o quê? Encontrar as pessoas mais depressa?
Até agora as propostas giram à volta dos resultados do Censos que podem fornecer estatísticas e de coitadinhas das pessoas.
As estatísticas só não as têm se não quiserem. O Censos pergunta quantas pessoas moram em cada casa e as idades, é das primeiras coisas a que se responde. Este não é propriamente o primeiro inquérito que a malta vai preencher. Se serve o de 2011 também servem os outros, que até já estão feitos (e já que usamos sempre informações com anos...)

Não, não tenho aqui uma solução fresquinha e eficaz pronta a sair do forno...apenas me irrita que se faça de uma situação que tem demasiado tempo a novidade do mês. Sobretudo sabendo que é só até vir a next best thing e que ficará tudo na mesma
.

15 fevereiro 2011

Ódio de estimação C

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(hesitei ao escrever o título, cem é muita coisa)

Odeio quando em lojas ou restaurantes me entregam as coisas pousando-as no balcão em vez de me as entregarem na mão, sobretudo se eu estiver de mão estendida. Se o fizerem como se eu lhes devesse alguma coisa, pior ainda.

Tanta gente sem emprego e outros tantos a trabalhar de má vontade.

14 fevereiro 2011

(sem título)

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Para inicio de conversa conto que sei de uma boa quantidade de miúdos com menos de 10 anos que têm facebook. Inscrevem-se, acho, porque ouvem falar de uns jogos..umas quintas e uns cafés e umas ilhas. Alguns nem dizem aos pais, outros dizem mas cheira-me que o conhecimento de pouco lhes serve.
Alguns desses miúdos estão nos tais jogos, a publicar tralha no seu mural, às horas de estar a dormir. São amigos de muita gente, precisam de vizinhos. Se lhes faltam vizinhos aceitam qualquer pessoa que isso de ficar com o jogo parado é coisa para frustrar qualquer um.

Para ter a certeza, fui experimentar e se eu tivesse 11 anos (nascida em 2000) o facebook não me admitia, se tivesse 16 já permitia a inscrição. Pelo que li entre os 13 e os 18 anos os conteúdos podem ser restritos, conforme a vontade do criador de cada aplicação (quem quer limitar os acessos à sua aplicação?). Significa isso que estes miúdos mentem sobre a sua idade - mente-se agora ao computador como se mentia antes ao porteiro da discoteca. O computador não verifica nem é responsabilizado, os pais prevalecem na ignorância.

Nem vou enumerar os problemas que isto pode trazer, sobretudo sem o controlo dos pais (e há sempre coisas que os miúdos fazem à revelia). Mas o próprio facebook diz que:
"O Facebook requer que todos os utilizadores indiquem a sua data de nascimento real, para encorajar a autenticidade e providenciar apenas acesso a conteúdos apropriados à idade"

Não era mais fácil deixar toda a gente entrar e então limitar os conteúdos? Até criar um controlo parental, limite de extensão da rede de amigos, uma equipa de classificação de conteúdos ou um sistema de sensibilização dos utilizadores.
Em vez disso faz-se de conta que não se sabe. O facebook e os pais.

11 fevereiro 2011

(sem título)

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Se uma pessoa muda de atitude de um dia para o outro e se essa mudança é de as pessoas passarem de bestas a bestiais, não consigo acreditar que seja outra causa que não hipocrisia.
A maioria das pessoas inteligentes muda de opinião: adapta-se, aprende e age em conformidade. Mas não de um dia para o outro. Ninguém passa de forma verdadeira do "odeio azul" para o "azul é uma cor fantástica, talvez a minha favorita".
Por muito que me digam que quem muda assim "caiu em si", não vejo que a razão nos suba assim de forma tão repentina e nos mude com esta leveza.



10 fevereiro 2011

Amor de Perdição XCIX

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Tivesse eu um cão, fosse o meu cão de marca, e seria um destes:
Fofo sem ser mariconço, forte sem ser intimidante e com uma personalidade equilibrada.

09 fevereiro 2011

Coisas simples

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Muito simplesmente: uma câmara ligada uma noite inteira, tudo comprimido para um vídeo curto e aqui temos uma aurora boreal na Noruega.
Tão simples, tão lindo.



via Visão.

08 fevereiro 2011

(sem título)

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'Tá giro o Google hoje. Interactivo e tudo.

Ódio de estimação XCVIII

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O meu telemóvel avariou (insert drama), estou com um antigo - leia-se deve ter mais que 5 anos - e sinto-me em 1900 ou por aí.
Faz chamadas sim senhor, mas até o contraste do visor me faz confusão.
Concluo portanto que sou uma pessoa muito pouco avançada, animal de hábitos e com lenta capacidade de adaptação. E que me ligo emocionalmente a objectos electrónicos (a menos que os substitua por um mais avançado: brinquedos novos transformam-me). Sou uma triste.

07 fevereiro 2011

(sem título)

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Com tudo o que se passa por todo o lado, no país e no mundo, em termos políticos, sociais, financeiros, económicos e tudo o resto, surpreendo-me quase diariamente quando ao fim de meia hora de noticiário começam as reportagens da treta.
Chamo-lhes da treta não por as achar de menor interesse, mas por reportarem temas de menor importância para o espectador. Facto é que há muito o que noticiar e na televisão o serviço desilude a cada dia.
Poder-se-ia dizer que se renovaram os formatos e se passou a organizar as noticias em ampulheta (abre com assunto prioritário e fecha com outro) mas não é o caso.
Surpreendo-me por teimosia (teimo em acreditar que os bons profissionais estão sempre na crista) e irrito-me por idealismo.

04 fevereiro 2011

À atenção da protecção dos animais

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Já alguém fez queixa ou participação dos tocadores de "música" que andam no metro (o-d-e-i-o) com uns cãezitos sentados no ombro ou no acordeão?
Há pelo menos dois cães, um de pêlo preto e outro castanho.

Cada vez que os oiço apetece-me bater-lhes (aos tocadores), depois vejo-lhes os cães e quero muito fazer-lhes uma rasteira, agarrar no cão e fugir (filmes a mais?).


Considere-se este post uma participação, Srs. da protecção dos animais. Se quiserem mais informações digam.

03 fevereiro 2011

Amor de Perdição XCVIII

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É tão bom sentir-me "em casa" mesmo quando não estou em casa.

02 fevereiro 2011

Nudez?

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A malta do FB passou-se: eliminaram o perfil de uma utilizadora que publicou fotos suas a amamentar. Entretanto voltaram atrás, depois de se juntarem umas centenas de pessoas numa página com esse propósito.

Não é permitido publicar fotos de nus. Muito discutível.

Aqui.

(sem título)

6 comentários
Há esta coisa que me intriga sobremaneira (na verdade intriga-me apenas um bocadinho mas eu gosto de usar estas palavras bonitas):
agora estão muito em voga os telemóveis com touch screen, muito bem e até gosto muito. Com os ditos apareceu uma parafernália de bolsas de protecção e transporte, como é natural.
Acontece que estas bolsas protegem o telemóvel mas não o ecrã e é isso que me intriga. Então sendo essa a parte essencial para o funcionamento do aparelho não era de proteger primeiro isso?

(eu sei que a Ensitel não troca telemoveis com riscos na capa da bateria mas fora isso...)Alguém me elucida?



01 fevereiro 2011

Ódio de estimação XCVII

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Tiram-me do sério as pessoas que apenas por comodismo deixam de procurar o que é melhor para si e para os seus, que se contentam com o que têm mesmo que não seja grande coisa e que as oportunidades até surjam mas envolvam algum esforço.

Andar à deriva nunca foi "a minha cena" e o comodismo que se junta à inércia é um pequeno barco com um balde de pipocas salgadas e um ecrã onde passa a vida. O comando fica em terra.