31 janeiro 2011

(sem título)

0 comentários
É sempre bom descobrir que os mails do nosso banco vão directamente para o spam. Quererá dizer alguma coisa?

De boas intenções...

1 comentários
...quanto mais arrumo aqui, mais desarrumo ali. Quanto mais faço, mais aparece para fazer.

Não tenho aspirações a fada do lar mas seria muito jeitoso que antes do fim da tarde de hoje parecesse que sou mesmo uma.
(escreve ela confortavelmente sentada com o portátil quente no colo e dois browsers abertos)

28 janeiro 2011

Bibi diz isto, Bibi diz aquilo

3 comentários
Mas por que carga de água é que se dá tempo de antena a esta gente?

Para mim isto já não é noticia, é chover no molhado, bater na mesma tecla.

27 janeiro 2011

Amor de Perdição XCVII

1 comentários
Não consigo evitar um sorriso quando quem não concorda comigo (com o que faço, o que opino, etc) em determinada questão acaba a ajudar-me a "construir" a minha argumentação fazendo ou dizendo alguma coisa sobre questões diferentes mas aplicáveis à primeira.

Num exemplo simples, é como discordarem quando digo que andar de carro é perigoso e a noutra altura irem a conduzir e a bradar que as pessoas são loucas ao volante.

26 janeiro 2011

Só hoje

6 comentários
Não faço nada (de útil à sociedade).

25 janeiro 2011

Ódio de estimação XCVII

2 comentários
Pior que ter de ver um jogo de futebol enquanto janto (em casa costuma ser o pouco tempo que estou a "ver" televisão) é os vizinhos estarem a fazer o mesmo mas terem a emissão com delay, comemorando os golos muito ruidosamente...dois minutos depois.

24 janeiro 2011

Querido Matt Damon,

0 comentários

Por favor contacta a Herbalife.

23 janeiro 2011

Muito típico

15 comentários
Agora somos todos obrigados a ter o CC, anteriormente conhecido por CU, que nos substitui todos os documentos obrigatórios. Ou seja: bilhete de identidade, cartão de contribuinte, cartão da segurança social, cartão de utente do serviço nacional de saúde e cartão de eleitor. Certo? Errado.
Uma pessoa vai votar e as pessoas que estão o atendimento não têm qualquer forma de saber qual é o nosso número de eleitor através do CC ou de qualquer dado ali apresentado (já que, apesar de se ter determinado que o cartão de eleitor é substituído pelo CC, o número de eleitor não está escrito tal como estão os outros números pessoais). Daí que temos de mandar um sms para o raio que os parta para saber o número, obrigando o cidadão a ter um telemóvel e a gastar dinheiro, outra vez, para usufruir de um direito que tem (que na minha opinião é também um dever mas isso são outras coisas).
E ter um leitor de cartões do cidadão em cada mesa de voto ou, pelo menos, em cada local de voto?
E avisar atempadamente os cidadãos, por exemplo através de publicidade na tv e na rádio? Afixar avisos nas portas dos prédios? Avisar todos os portadores de CC através de carta, informando o número de eleitor que vão precisar saber?

Isto, note-se, dura já há várias eleições porque o CC está implementado há anos. Ainda assim, nem quando se vai fazer o cartão somos avisados desta questão. Eu, pelo menos, não fui nem sei de ninguém que tenha sido.

21 janeiro 2011

(sem título)

2 comentários
Vou voltar a fazer listas.
E depois transformá-las em checklists, que listas de 'to do' e projectos e ideias e brainstormings e vontades e iwish que depois não têm V em nenhum item não servem para nada.

E o que é que isto interessa a quem lê o AqN? Nada, imagino. Mas, lá está, se escrever sinto mais o peso das promessas que faço a mim própria.

Até Domingo espero ter feita a lista de listas para fazer.
Falando em Domingo, vão votar sim? Isto de mau não passa mas sempre se dá uso ao balúrdio que se gasta em boletins de voto. E se nos safarmos da segunda volta, melhor, é da maneira que se calam mais depressa (já não os posso ouvir, lamento).

20 janeiro 2011

Amor de Perdição XCVI

4 comentários
(Again, não é cusquice)

Gosto de saber o que os outros dizem sobre mim, sobre a minha vida e sobre o que me diz directamente respeito.
Apenas por uma razão: a forma como os outros nos olham pode ensinar-nos muito sobre a nossa vida, as nossas atitudes e pôr-nos as coisas em perspectivas diferentes, que não teríamos mesmo...o que se diz quando não estamos nunca é exactamente o mesmo que o discurso de que somos destinatários.

19 janeiro 2011

Sempre a cultura da desinformação

2 comentários
Já começaram as inscrições para o Biggest Loser português. Como se tornou hábito por cá, as inscrições são feitas por sms. Assim o canal ganha uns trocos, o Estado também e os inscritos escusam de se maçar com as implicações que a inscrição pode ou não ter.
Os regulamentos, dizem as letras pequeninas, ficam sempre disponíveis online - se não tens net azarucho, tivesses - para quem os queira consultar e consiga encontrar (não fui procurar mas nunca me apareceu nenhum à frente e costumo ir muitas vezes a sites de canais de televisão). Na RTP até há o (para mim) irritante hábito de querer que as pessoas se inscrevam em concursos sem sequer lhes conhecer o nome (já para não falar no apresentador).
E as protecções de dados e afins? E os direitos? Nada.

É muito semelhante à publicidade das marcas, diz-se o que se quer e vende-se o que se consegue. Se não há controlo, não há multas, se não há reclamações não há frenesim. Logo, tudo está muito bem.
A ignorância ainda é uma bênção?

18 janeiro 2011

Ódio de estimação XCVI

4 comentários
Tenho ideias e vontades a mais e tempo a menos, menos, menos, menos, menos.

Nasci para ser rica, não tenho culpa.

17 janeiro 2011

Gotta love FB

4 comentários
Há uma página de fãs no FB para o Sr. Jhonny Deep.

E quem é Jhonny Deep? A avaliar pelas fotos ali publicadas é um sósia do Johnny Depp (essa jóia de moço). Ou então não. Se calhar é mesmo uma página de fãs do Johnny Depp que além de não saberem escrever o nome do seu ídolo, não o sabem pronunciar e também não sabem escrever John. J-H-O-N não é o mesmo que J-O-H-N.

E há 275 mil pessoas que gostam disto. Dele, do senhor Jããozinho Profundo.
Acho lindo.

16 janeiro 2011

Legislação como forma de censura

6 comentários
"O governo da Arábia Saudita criou uma nova lei que obriga os cidadãos a pedir uma licença governamental para fazer publicações na Internet.

De acordo com o comunicado da revista Fast Company, a nova lei está em vigor desde o início do mês de Janeiro. Para fazer publicações na Internet, por exemplo em blogues, os cidadãos têm de obter uma licença emitida pelo Ministério da Cultura, com validade de três anos. O requerente deve ter mais de 20 anos, ser cidadão daquele país e ter um mínimo grau de escolarização.

A medida exige, ainda, que as publicações não coloquem em perigo a segurança nacional e recomenda que os utilizadores de chats se registem ao abrigo da lei. Quem for apanhado sem licença pode ser multado até 20 mil euros."

via site i-Gov.org

14 janeiro 2011

Da labuta

2 comentários
O nosso primeiro-ministro diz que o país "não está de braços caídos". Eu acho bonito que se diga isso, embora ainda não tenha visto propriamente o país a trabalhar para um objectivo comum, o próprio. Nós por cá é mais cada um por si, ou quase..seja para ver quem fica melhor na foto ou quem fica com os bolsos mais cheios.

Anyway, o facto de se estar com os braços levantados não quer dizer que não se leve com o halter em cima.

13 janeiro 2011

Amor de Perdição XCV

4 comentários
Adoro papel.
Agendas, blocos, revistas, livros, notas de euro...

Gosto tanto mas tanto que a minha carteira está cheia de papéis (talões de pagamento) e a minha mala é povoada por mais uns quantos, junto a mim estão sempre papéis escritos e papéis para escrever e em casa até tenho uma pilha de papéis para arrumar.

12 janeiro 2011

(sem título)

7 comentários
Eu não devia escrever isto.


Quando temos um desejo em vida sobre o nosso "destino" depois de mortos, não será inevitável existirem condicionantes que nem nos passam pela cabeça?
O Carlos Castro queria ser cremado e que as suas cinzas fossem espalhadas em NY. Mas depois de ser morto de forma violenta naquela cidade continuaria a desejar que assim fosse?

Mal-comparando, uma vítima de um incêndio continuará a querer ser cremada?
Eu não ligo muito a estas coisas, acho que tem tudo a ver com as crenças de cada um, mas sempre concordei que as vontades que se podem atender devem sê-lo...mas em qualquer circunstancia?

11 janeiro 2011

P.S.

0 comentários
Tendo em conta que ultimamente tenho publicado diversos posts maldizentes (mas a culpa não é minha, os temas caem-me no colo), cabe-me informar que também há pessoas simpáticas a atenciosas a troco de nada.
(lá está, isto por si só não é propriamente um tema)

Ódio de estimação XCV

4 comentários
Estou a odiar esta campanha presidencial, não tem piada, não lança assuntos de real interesse para a praça e não esclarece nem o mais entendido dos cidadãos.
De qualquer forma sempre odiei circo, sobretudo pelos palhaços e pelos animais amestrados. Os malabaristas às vezes até têm interesse, mas perdem-no todo quando deixam cair as bolas.

10 janeiro 2011

Coisas que se aprendem

3 comentários
Há pessoas com uma lata infindável. Pessoas que abusam por onde podem, mesmo apregoando-se pessoas respeitadoras e com princípios que sempre lhes regem as atitudes, cobrando a quem se cruza no seu caminho o mesmo respeito que julgam ter.

Não foi isto que eu aprendi. O que eu aprendi foi que tenho uma paciência que quase atinge os mesmos valores que a lata dessas pessoas. Tudo em nome do nível de boa educação que gosto de ter e do bom ambiente em que aprecio viver, ajudado pela constante expectativa de que não vou precisar de manter essa paciência por muito mais tempo.
Constatei também, uma vez mais, que educar adultos é bem mais difícil que educar crianças. (sobretudo porque tem que ser tudo na base das bocas - coisa muito delicada, diga-se)

Por fim, que isto já é capaz de me estar a fazer rugas, os livrinhos de boas maneiras de Ms. Bobone e suas comadres se calhar até não faziam mal a ninguém, desde tenra idade e até (qual é o oposto de tenra idade? rija idade?) à velhice.

Ora tenham um bom dia.

07 janeiro 2011

(sem título)

8 comentários
Porque é que toda a gente grita quando fala ao telefone?
Se é para gritar excusa de se pagar a chamada, boa parte das vezes chegaria lá tudo na mesma.

06 janeiro 2011

Amor de Perdição XCIV

0 comentários
Gosto de observar a natureza das pessoas.
A forma como se relacionam, o que lhes sai naturalmente e aquilo que é forçado, o que sentem necessidade de mostrar, fazer e dizer. Onde e quando sentem que têm território sob ameaça e como reagem a isso ou como são descontraídas (ou confiantes?) em relação ao(s) que os rodeia(m).

É giro ver como há quem tenha atenção e cuidado com todos e quem pareça sentir tudo como a prestação de favores especiais.

Diverte-me ver nas acções aquilo que se esconde nas palavras.

05 janeiro 2011

INE que nã percebi?

5 comentários
Eu até não me considero muito tontinha, burra como dizia a outro do anúncio, nem de compreensão lenta ou com semelhantes dificuldades de entendimento, mas a sério que me faz muita espécie como é que a mudança de metodologia na recolha de dados inviabiliza a comparação desses com os dos anos anteriores.
Os dados não são os mesmos?
Estão a dizer-me, portanto, que os números que me apresentam são muito pouco fiáveis. Se originam números diferentes conforme sejam recolhidos presencialmente ou através de entrevista telefónica...
Além disso, se a mudança de método visa uniformizar a recolha feita em Portugal com a dos restantes países da Europa + se devido à mudança os dados antigos não são comparáveis com os novos = estão também a dizer-me que andamos a comparar percentagens várias com os colegas europeus erradamente, pois se a metodologia era diferente os dados não são comparáveis.

Estou muito longe da verdade?

Para "mais informação" é seguir este link.

04 janeiro 2011

Ódio de estimação XCIV

4 comentários
Odeio que as coisas me passem ao lado, que não me informem do que se passa, do que se faz, quem vai e quem chegou etc e tal.
Não é que seja especialmente cusca (nããããão!), é que quando eu estou devidamente informada as coisas correm melhor. A sério!

03 janeiro 2011

Da crise e outras conversas

5 comentários
No último jantar do ano, tentando conversar por cima do ruído da criançada que por ali brincava, a conversa deriva rapidamente das resoluções de ano novo para a crise. A grande questão é: poupar agora (o pouco que se consegue) para gastar quando isto ficar ainda pior ou optar por não nos privarmos grandemente no dia-a-dia, cortando apenas aqui e ali, para tentar manter o conforto possível enquanto for possível?

Conclusões, nenhumas.
Enquanto houver por onde poupar, não estão assim tão mal.

Continuo com a ideia de que o espectro da crise nos aguça o espírito consumista.