21 outubro 2011

Muito bonito

Procura-se um homem por ser o responsável por crimes contra a humanidade, a criatura é apanhada e o que se entende como correcto é fazer gala da sua morte (mais, do momento em que morre), de forma explicita e gráfica.

Quanto a mim até se devia ter pena por ele ter sido morto. Não há consequências, não há punição. Morrer, morremos todos. Mas agora é assim que se faz, the american way: matou muitos, é matá-lo também.

Fora isso, resta responsabilizar os media. Esqueceram-se do repeat ligado, esqueceram-se das causas e focaram a vingança.
Os Líbios sentem-se livres. A consciência do dito genocida, então, nem se fala. E o mundo gosta assim.

3 comentários:

GATA disse...

Independentemente de tudo, não me agrada a exposição gratuita do morto, seja o Kadafi, o Sadam, o Savimbi... E tenho as minhas dúvidas em relação à tão falada (e desejada) mudança: vide o caso do Iraque.

Inês disse...

Só justiceiros. E tão amigos que éramos todos há uns meses.

Cristina Silva disse...

Fiquei chocada com aquilo tudo, a exposição de um morto, seja ele quem for, daquela maneira, é uma barbaridade.
Horrível e lamentável.