01 agosto 2011

Foi assim:

1. Inicio da semana: decido estar Zen (no trabalho). Assim com maiúscula e tudo.
2. Ignoro o que geralmente me irrita, sorrio e conto até 20. Rio-me das notícias que me chegam, aquelas que geralmente me fazem rebolar os olhos ou arquear as sobrancelhas.
3. Faço o que me compete e mais umas coisitas que para estar Zen mais vale seguir a velha máxima do "se queres bem feito, faz tu". Pressionar os outros para que façam isto ou aquilo torna-se irritante.
4. Quarta a coisa azeda. As coisas não correm como previsto e alguém, que não eu, decide não estar lá muito Zen. Eu deixo o meu estado Zen porque me mexe com a memória a recorrente mania de pôr as mãozinhas a fazer de talas só para não ver a big picture (ou o espelho)(...).
5. Quinta estou fora, realinho.
6. E sexta entorna-se o caldo, que é como quem diz destapa-se o penico, e quem fica a limpar a msujeira dos outros é a Mnemósine. Diz que estamos em período de férias.

Tivesse eu uma pastilha para a garganta e era capaz de ter levantado a voz àquele "então mas qual é o problema?".


O pedido de desculpas ainda não chegou, deve estar a ser elaborado e chegar acompanhado de uma caixa de chocolates. Deve.

3 comentários:

Fuschia disse...

Diria que a solução para o teu problema está no post anterior :P

Mnemósine disse...

Pois está, foi a motivação para decidir estar Zen. Já que poucos ajudam a que isso aconteça naturalmente..!

Rafeiro Perfumado disse...

Isso é uma questão de tentares ser mais produtiva. Por exemplo, podias cortar com esses períodos em qeu contas até 20, parece-me um puro desperdício de tempo.

Estou a brincar, não me batas! Não! Não!