17 maio 2011

Ódio de estimação CXIII

Às vezes por breves instantes apetecia-me voltar ao tempo em que os computadores eram uma raridade, em que tudo era feito à unha, no papel, assinado e carimbado. Talvez assim o mérito do trabalho bem feito fosse sempre atribuído a quem trabalha bem e não a quem se põe debaixo de um spotlight, à espera que a luz ligada por outros os ilumine (na certeza de que ninguém notará).

2 comentários:

Estrela disse...

Eu por acaso também sempre gostei mais da era do papel...era mais feliz!!! Isto dos computadores é muito bonito mas não é a mesma coisa....

L'Enfant Terrible disse...

Acho que com pc's ou sem pc's haverá sempre parasitas que conseguem arranjar maneira de o ser!