13 abril 2011

Diz que sim,

que é hoje que se decide qual é a melhor maneira de pagarmos todos os buracos que 'eles' andaram a cavar nas finanças públicas mais a moleza da nossa actividade económica.

Não é bonito nem cheira bem, mas é preciso dizer que também não é tarefa fácil arranjar soluções para isto (apetece dizer que se fosse já se tinha pedido ajuda há mais tempo, mas a verdade é que acho que seria injusto dizê-lo).

É como quando um fio comprido se enrola todo sobre si próprio, formando nós apertados, e depois há alguém que fica tempos infindáveis a desembaraçar aquilo quando todos dizem que o melhor é cortar e mandar o resto para o lixo.

2 comentários:

L'Enfant Terrible disse...

Acho que o mal é mesmo esse. Deixarmos os "outros" decidirem por nós, tanto mais quando esses "outros" são parte do problema e não da solução!

Mnemósine disse...

Mas temos que ser representados de alguma forma. O burgo é pequeno mas não tanto que dê para ser cada um por si.