01 fevereiro 2011

Ódio de estimação XCVII

Tiram-me do sério as pessoas que apenas por comodismo deixam de procurar o que é melhor para si e para os seus, que se contentam com o que têm mesmo que não seja grande coisa e que as oportunidades até surjam mas envolvam algum esforço.

Andar à deriva nunca foi "a minha cena" e o comodismo que se junta à inércia é um pequeno barco com um balde de pipocas salgadas e um ecrã onde passa a vida. O comando fica em terra.

3 comentários:

Fuschia disse...

Eu gostava tanto de ser assim...Não estou a ser irónica. Gostava mesmo de conseguir deixar andar, de não sentir que, cada vez que tenho de meter alguma coisa da minha vida noutro sitio, mudar alguma coisa, lutar por alguma coisa, não consigo respirar até que o consiga. Mas admiro quem não seja assim. Talvez nunca consigam muito, mas nada lhes paga o sossego.

L'Enfant Terrible disse...

Uma coisa é aceitar que existem coisas para as quais não servimos mesmo, outra é entrar no marasmo de não avançar noutras direcções!

Sweet Moments disse...

Partilho a mesma opinião. Há que lutar pela concretização dos nossos sonhos e projectos. Nada de ficar parado à espera que venham ter connosco.
Boa semana.