12 janeiro 2011

(sem título)

Eu não devia escrever isto.


Quando temos um desejo em vida sobre o nosso "destino" depois de mortos, não será inevitável existirem condicionantes que nem nos passam pela cabeça?
O Carlos Castro queria ser cremado e que as suas cinzas fossem espalhadas em NY. Mas depois de ser morto de forma violenta naquela cidade continuaria a desejar que assim fosse?

Mal-comparando, uma vítima de um incêndio continuará a querer ser cremada?
Eu não ligo muito a estas coisas, acho que tem tudo a ver com as crenças de cada um, mas sempre concordei que as vontades que se podem atender devem sê-lo...mas em qualquer circunstancia?

7 comentários:

Sofia disse...

Realmente há coisas arrepiantes...
Beijinhos,
Sofia

GATA disse...

Eu quero ser cremada, porque resta-me muito pouca família e não há nada mais triste que uma campa abandonada. Eu espero não morrer num incêndio mas se assim acontecer... (atenção: humor negro!)... poupo trabalho e dinheiro a quem seja meu herdeiro! :-)

S* disse...

Aquilo que dizemos em vida não é necessariamente o que desejavamos que acontecesse quando morressemos... até porque acho estranho não querer ficar perto da família.

Doce disse...

Eu não tenho preferência sobre o que me acontecerá depois de morta. Tanto me faz. Quem cá fica que se preocupe com o que me quer fazer.

L'Enfant Terrible disse...

Esse tipo de vontade é fruto de uma circunstância e sobretudo do desconhecimento de todos em relação à hora da morte ou causa da mesma. Mas sinceramente não vejo qual o problema, se pediu creio que é de bom tom cumprir, decerto que não virá reclamar.

Pintas disse...

eu sempre disse que quero ser cremada!!!!!

Este Blogue precisa de um nome disse...

Ai mulher tu lembras-te de cada coisa :) mas agora deixaste-me a pensar...

Beijo