03 janeiro 2011

Da crise e outras conversas

No último jantar do ano, tentando conversar por cima do ruído da criançada que por ali brincava, a conversa deriva rapidamente das resoluções de ano novo para a crise. A grande questão é: poupar agora (o pouco que se consegue) para gastar quando isto ficar ainda pior ou optar por não nos privarmos grandemente no dia-a-dia, cortando apenas aqui e ali, para tentar manter o conforto possível enquanto for possível?

Conclusões, nenhumas.
Enquanto houver por onde poupar, não estão assim tão mal.

Continuo com a ideia de que o espectro da crise nos aguça o espírito consumista.

5 comentários:

S* disse...

Como li ontem no jornal, quem quer poupar até corta no número de cafés. :P

L'Enfant Terrible disse...

Eu creio que apesar de tudo as pessoas vão continuar a fazer a mesma vida, vão cortar certamente onde não devem, mantendo os pequenos vícios e prazeres da vida!

Mnemósine disse...

S* até no açucar do café!
L'Enfant, concordo. Tirando os menos afortunados que perdem o emprego, claro. Aí acho que a maioria das pessoas acaba por se adaptar.

Sofia disse...

Hmmm, continuo com o meu "truque": pôr de lado €1 por dia. Não contando com o que puder poupar no final do mês sem me privar do essencial, claro!
Beijinhos,
Sofia

João disse...

Um dia tudo será excelente, eis a nossa esperança; hoje tudo corre pelo melhor, eis a nossa ilusão :)