06 janeiro 2011

Amor de Perdição XCIV

Gosto de observar a natureza das pessoas.
A forma como se relacionam, o que lhes sai naturalmente e aquilo que é forçado, o que sentem necessidade de mostrar, fazer e dizer. Onde e quando sentem que têm território sob ameaça e como reagem a isso ou como são descontraídas (ou confiantes?) em relação ao(s) que os rodeia(m).

É giro ver como há quem tenha atenção e cuidado com todos e quem pareça sentir tudo como a prestação de favores especiais.

Diverte-me ver nas acções aquilo que se esconde nas palavras.

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