30 junho 2010

Cá estamos

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Ia falar mal do estado do país mas depois pensei que o pessoal precisa é de boas notícias.

Como tal, não tenho nada a dizer.

29 junho 2010

Ódio de estimação LXX

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Perfumes que não se aguentam na pele.
Irrita-me. Uma pessoa gasta uma fortuna num frasquinho e passadas umas horitas já cheira a gente outra vez. Isso ou passar o dia a atirar borrifadelas para cima da roupa, que é mais ou menos como não tomar banho e pôr perfume para disfarçar mas em versão já-estou-aqui-há-6-horas-mas-cheiro-como-se-tivesse-acabado-de-sair-de-casa.

28 junho 2010

O cinismo

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Um dia destes o meu pai fez anos. O meu "pai", de quem já por aqui falei (mal, para quem não saiba ainda).
Telefonei-lhe a dar-lhe os parabéns, como manda a boa educação. 
Não falávamos desde Fevereiro, altura em que a minha avó/mãe dele fez anos.
O telefonema durou 28 segundos. 

No fundo não se pode esticar muito a conversa, não há o que dizer.
Parabéns, tem um bom dia. Então está tudo bem, sim e contigo, também. 
O que interessa é saber se está tudo bem. Responde-se sempre que sim e não se insiste nessa trivialidade. Não vá eu precisar de dinheiro ou ele de um rim. 

26 junho 2010

Se são do tipo invejoso...

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..isto não é para vocês. Até amanhã.
Se não são, 
Saibam que há dois moços portugueses que vão fazer uma volta ao mundo durante um ano. Uma chatice. Têm a solidariedade de todos por se sacrificarem, verdade? Ninguém com inveja, certo? Nem eu, nem eu.
Os miúdos decidiram fazer a coisa bem feita: deram um nome a este "projecto" (isto não são aspas de inveja) e fincaram pé que haviam de fazer a viagem da forma mas sustentável possível (evitando aviões, por exemplo) e, já agora, poupando uns tostões (pois, que isto é muito bonito mas não é tudo pago) onde pudessem. Como tal, a volta ao mundo ainda não tem o percurso totalmente definido. Conto isto só para saberem do que se fala. 
Bom, o Rui e o Jorge já partiram. Pois foi. Au revoir. Ou não...é que eles vão partilhando a sua viagem com quem queira...basta irem ao blog aqui.
Mais sobre o projecto em http://www.caminhoscruzados.pt 
ou no Facebook. 

25 junho 2010

E pensar que há gente a viver na rua..

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Portugal ganhou 600 novos milionários no ano passado

O número de portugueses com uma fortuna pessoal superior a um milhão de dólares (cerca de 814 mil euros) ascendeu a 11 mil no ano passado, mais 600 do que em 2008, segundo dados do estudo «World Wealth Report», elaborado pela Capgemini e Merrill Lynch.

Nada contra os milionários, sobretudo os que o são por terem trabalhado para isso, mas continua a incomodar-me a disparidade de condições que encontramos num espaço tão pequeno como é este país.
Pouco me ralam aqueles que se queixam de não ter emprego mas que perdidos e achados estão no centro comercial de saco na mão (não sabem gerir, tudo bem, deviam aprender com os erros, pelo menos).. Mas os que moram na rua porque ficaram sem nada, os que vão à farmácia perguntar a quanto estão os medicamentos para verem quais hão-de comprar este mês e os que dão o corpo ao manifesto e mesmo assim nunca têm nada seu...
Pode soar um bocado moralista mas tenho visto umas coisas...

24 junho 2010

Amor de Perdição LXIX

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Cerejas.
(e pêssegos e morangos)
Ontem cheguei a casa e tinha uma taça bem grande cheia de cerejas, vindas directamente do Fundão.

23 junho 2010

Mnemósine comenta o Mundial de futebol #2

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Julgo que os adeptos portugueses não perceberam bem o que a Galp tão claramente explicou nos seus anúncios.
Aquela porcaria é para ser tocada 1min antes de o jogo começar..é para dar "energia positiva" aos jogadores que estão a Km e Km de distancia. Isso de tocar durante os jogos não é só irritante, é old fashion...é o que já se fazia na África do Sul antes de nós sequer ouvirmos falar de tais cornetas. 
Depois de marcarem um golo, teoricamente, os senhores já não precisam de energia positiva. 
Digo eu.  

Mnemósine comenta o Mundial de futebol

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Esta notícia é demasiado boa para eu não a comentar.

Na verdade só tenho duas coisas a dizer:
1. já ouvi desculpas melhores.
2. estão é todos desejosos de lhe dar umas palmadas.

(diz um comentador do jornal que a notícia já é velha, não tenho nada a ver com isso, tá?)

22 junho 2010

Ódio de estimação LXIX

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Como em tantas outras coisas, só dei por isto quando me falhou aquilo que sempre tive.
Desde sempre oiço pessoas a queixarem-se no Inverno que lhes faz falta o sol e nunca me identifiquei com essa  necessidade...até há pouco tempo quando deixei de ter "acesso" à luz solar durante o dia quase completo e comecei a ressentir-me. Não fico mal-disposta ou mal-encarada mas sinto-me encafuadissima por estar num sítio onde não há janelas, por não saber se chove ou faz sol, se faz frio ou calor.

Não sou claustrofóbica nem preciso de apanhar os primeiros raios de sol do ano mas odeio passar dia após dia em sítios totalmente fechados. 
(trabalhar no Metro deve ser do pior)

21 junho 2010

Com todo o respeito pela família,

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Passamos a vida toda a ser contrariados.
Queremos brincar e é hora de ir para a cama. Queremos ficar na cama e é hora de ir para a escola. Queremos sair e ir ter com os amigos mas há ainda muito trabalho que tem de ficar feito. Queremos namorar mas não somos correspondidos. Queremos estar sozinhos mas somos necessários à existência alheia. Queremos companhia mas todos estão demasiado ocupados para notar.
O sentido de ter "últimas vontades", ainda que expressas muito antes de se tornarem definitivas e inalteráveis, é por uma vez que seja termos tudo como queremos, mesmo que não possamos (conforme as crenças de cada um) aproveitar esse raro momento. 
Contrariar alguém não é sinal de desrespeito, discordar de alguém é menos ainda. MAS Passamos uma vida a defender e a lutar pelos nossos pontos de vista e opiniões (pelo menos aqueles de nós que usufruem de coerência), vivemos segundo padrões que definimos para nós e para aqueles que de nós dependeram (vulgo filhos, netos e similares) e agonia-nos a ideia de a idade nos levar a perder o que somos e aquilo que durante anos construímos: a nossa essência. 
ENTÃO
Porquê chamar homenagem a uma cerimónia religiosa se o homenageado é alguém que sempre (?) se apresentou como ateu? Como chamar homenagem se a instrução é clara, quero ser dividido, e ainda assim é ignorada? Não é do escritor que falo, não é do político, não é da figura pública. Falo de um homem, a quem fizeram isto. 
Espero que quando eu me for alguém me tenha mais apreço.

19 junho 2010

Please

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Parem de dizer "restos mortais".
Que expressão medonha.

(sem título)

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Não vou mentir, como pessoa sempre achei o senhor bastante difícil de aturar. Mas com a existência de tanta gente execrável que não acrescenta nada ao mundo, gostava da sua arte, da ousadia que é saber quebrar as regras, e aprecio-o por isso.
Aprecio, no presente, vai-se o corpo, ficam as obras.

"...Contas certas, no geral e em média, são nove meses, tantos quantos os que andámos na barriga das nossas mães, acho que é por uma questão de equilíbrio, antes de nascermos ainda não nos podem ver mas todos os dias pensam em nós, depois de morrermos deixam de poder ver-nos e todos os dias nos vão esquecendo um pouco, salvo casos excepcionais nove meses é quanto basta para o total olvido..."
in O Ano da Morte de Ricardo Reis

18 junho 2010

(sem título)

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Dei com isto, num espaço publicitário de um site:
"96% dos nossos clientes confiam na Cofidis. Faça aqui a sua simulação."

Sendo uma frase publicitária da Cofidis, não abona muito a favor deles que 4% dos seus clientes não confiem neles, parece-me. 
E depois o "aqui"...aqui refere-se ao local em que está a frase, senhores. Que não era no site da Cofidis e não era ao lado de um sistema qualquer onde se pudessem introduzir dados. 

A publicidade costumava ser uma coisa cuidada, pensada, assertiva... Sobretudo quando era para roubarprodutos dispendiosos.

17 junho 2010

Amor de PerdiçãoLXVIII

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Adoro quando por qualquer razão oiço uma música de que gosto e que não esperava ouvir naquele momento. Ou porque uma rádio decidiu fugir aos hits do momento e passar uma daquelas que passam raramente, ou porque um amigo me dá boleia e tem um cd que eu não ouvia há muito tempo a passar no carro, ou por outra coisa qualquer.

Ontem aconteceu-me com esta:

16 junho 2010

Os sapatos das outras

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Qual é o objectivo de ir a evento onde se tem alguma importância toda bem postinha e de salto alto se, no fim, antes de sair e à vista de todos, se troca para o sapatão feio, raso, gasto (confortável, suponho)?
O que se passa na cabeça das gaiatas de hoje - há uns dias vi numa loja uma parelha que decidiu trocar um sapato, isto é, cada uma calçou um sapato da outra. Tudo bem, maluqueiras. Só que uma trazia uns ténis e a outra umas sandálias (medonhas) vermelhas, de verniz e uns 10cm de salto. E cada uma tinha então um ténis e uma sandália de salto alto calçados. E nem eram da mesma cor. 
Continuo a dizer que lá porque os pés ficam debaixo da mesa nos cafés e restaurantes isso não significa que as outras pessoas não vejam quando alguém se descalça. Lembro ainda que quem usa sandálias rasas tende a ficar com os pézitos negros como carvão. Eu aviso, aviso, mas ninguém me liga.
E por agora é só.

15 junho 2010

Ódio de estimação LXVIII

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Estão 4 pessoas: duas são portuguesas e duas de outro país qualquer (irrelevante). Um dos "outros" fala português, o outro não. Todos falam inglês.

Odeio que os três primeiros não façam um esforço para contrariarem o hábito de falar português entre si, de forma a incluírem a quarta pessoa na conversa.
É este meu instinto maternal que me ordena que proteja todos os seres. Admitindo que sou um dos portugueses do grupo, acabo sempre a traduzir a conversa para o excluído em vez de participar (~mos).

14 junho 2010

(sem título)

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Não sei por que razão, ontem lembrei-me de um casaco amarelão que tinha quando era miúda. Eu, que sempre adorei cores berrantes mas sempre quis ser low profile (mesmo antes de lhe chamar assim), tinha um casaco amarelo. Daquele amarelo que fere os olhos. E era lindo. E não era nada piroso, juro. Lembro-me tão bem. 
Fiquei com saudades.
Depois lembrei-me de umas calças azul claro que tive no Verão seguinte e também tive saudades. Será que ainda encontro umas calças azul claro, tipo jeans, que me sirvam? Afinal só cresci um bocadinho, desde aquele tempo.
Podemos ter saudades da roupa, não podemos?

11 junho 2010

Sniff

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Nunquinha na minha vida passei muito tempo à secretária. 
Desde que me lembro, apenas o computador me levava a passar algumas horas sentada numa cadeira de frente para uma mesa. O portátil era um luxo, eram muito caros.
Nem os trabalhos de casa que trazia da escola eram feitos na secretária, acho que transmite bem a aversão. 
Assim que os portáteis se tornaram acessíveis comecei a sonhar com um e desde que comprei um, posso afirmar sem exagero, sou mais feliz. 
Isto até terça-feira passada, noite na qual o monitor do meu portátil decidiu que tinha chegado a sua hora. Depois de um internamento na marca, um mês antes de a garantia terminar (felizmente), já lá vai um ano e meio, o bicho de vez em quando dava sinais de cansaço...eu ligava-o e o monitor fazia que não era nada com ele. Lá encerrava tudo no botão, como não se faz, e à segunda tentativa já dava. 
Desta feita, nada feito. Caput. 
Sorte mesmo foi ter um pré-histórico em casa, um desktop do tempo da outra senhora, onde pude rapidamente fazer uma ligação do monitor ao meu "portátil" e, então, ao fim destes anos todos, passar umas horas sentada à secretária.
Dói-me o pescoço. Pelo menos já ninguém me pode dizer que estar no sofá com o computador me faz mal à coluna. Isto é muito pior.

10 junho 2010

Amor de Perdição LXVII

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Gosto de azul.
E de verde, amarelo, cinzento, vermelho, roxo, preto.

09 junho 2010

A vossa mercearia (longo mas fácil de ler, prometo)

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Imaginem que têm uma mercearia. 
Essa mercearia tem muitos clientes, alguns regulares, que conhecem pelo nome, outros nem tanto. Há ainda aqueles que são tão discretos que nem se dá pela sua passagem por ali. 
Imaginem que um dia dão com um miúdo a roubar uma maçã. Mete-a na mochila e vai-se embora.
Imaginem que noutro dia aparece uma senhora que, distraída, sai sem pagar o pão.
O que fazem? Se calhar, nada.
Imaginem ainda que num terceiro dia, ao sair da mercearia, um troll qualquer vos leva a mala ou a carteira (conforme o género) e um fio que trazem ao pescoço, herança da avó querida. Dentro da mala ou carteira vai toda a vossa vida: os documentos, fotografias, a agenda, dinheiro, etc.
Como se sentem? Nus, angustiados, afrontados, privados de parte daquilo que vos identifica como são hoje? Provavelmente.
Imaginem agora que não têm uma mercearia, mas têm um blog (não será difícil).
Imaginem que a maçã é uma fotografia que tiraram e postaram e que foi parar a outro blog sem referência ao autor. 
Imaginem que o pão é uma frase ou texto que até vos saiu bem e que alguém decidiu copiar mas, distraído, não vos linkou, dizendo apenas que não é da sua autoria. 
Acontece, mesmo que vejam até são capazes de não dizer nada por perceberem que não foi mal intencionado.
E se o fio ao pescoço for um pedaço da vossa vida e das vossas emoções, os documentos forem ideias vossas, as fotografias forem excertos das vossas histórias, a agenda for opiniões que partilharam e o dinheiro for ideias que defenderam?
Pior do que passar 10h na Loja do Cidadão, outras tantas a tentar recuperar fotografias, falhar compromissos porque a memória já não é o que era, gastar rios de dinheiro a recuperar tudo e passar o resto da vida (ou uns tempitos) a maldizer o sacana do ladrão que vos levou o fio que era da avó? Aqui as opiniões devem divergir (suponho)...
Mas há quem ache que assaltar à porta da mercearia e roubar ideias, textos completos e excertos de um blog são duas actividades em nada comparáveis. Porque a segunda é na boa. 
Pois não é. Chama-se a este rol que debitamos Propriedade Intelectual e a exploração a bel-prazer desta propriedade é...faltam-me os adjectivos. É um nojo. Ou, para citar uma plagiadora, é "nojento" (está a ver Titinha, é assim que se faz).  É apropriação da vida e do intelecto de outra pessoa. É ridículo. É intencional e isso faz com que seja também crime. 

Se não fazem a menor ideia do que é que eu estou a falar, não faz mal. A Luna guia-vos, comecem por este
Luna, acaso venhas aqui parar (doubt it), nada mais posso dizer a não ser que estou abismada com a situação.   

08 junho 2010

Ódio de estimação LXVII

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Odeio entrar em sites à procura de alguma informação e concluir que 
1) Estão desactualizados
2) Os links não funcionam
3) São tão pesados que a navegação é impossível
4) Apesar de representarem as empresas estão carregados de erros, lacunas e afins. 

é que é muito fácil não gostar de um blog ou de um jornal online e sair dali para fora mas quando se precisa mesmo saber alguma coisa e só o site ou um telefonema (so XX century...) podem esclarecer, o caso não é o mesmo.

07 junho 2010

Mkt?

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Lembram-se do psstt?
Abri a pasta de Spam de um dos meus mails e está lá um de cujo o assunto é "pssst... pssst". O Remetente é a Universidade Portucalense*. 
Isto é assunto que se ponha quando se está a tentar angariar clientes, alunos, ou o que for? A sério, digam-me, sou só eu a achar isto um bocado imbecil?

*Não abri para confirmar se era ou não, é o que aparece no nome do remetente.

Sabes que estás enjoada do Mundial quando...

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...no caminho para casa, à noite, pensas:
Mas que caraças, então agora puseram ali uma estátua de um jogador de futebol?? Está tudo louco..

E continuas a olhar, pasmada. Até que a estátua se mexe e afinal era só um homem a fazer alongamentos.

04 junho 2010

(sem título)

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Às vezes tenho a impressão que há pessoas que se acham as únicas com dois dedos de testa no mundo e que isso lhes permite fazerem o que querem sem que ninguém repare que estão a tentar ultrapassar obstáculos ignorando-os. Ou então são tão totós que não entendem coisas muito simples. 
Por exemplo:
2 pessoas dirigem-se a uma empresa porque querem requisitar determinado serviço/serventia. Para isso pedem para falar com uma pessoa específica, que é quem acham que trata do assunto.
Essa pessoa está de férias, eu falo com as 2 duas pessoas.
Explicam-me o que querem.
Eu respondo: isso não fazemos. A alternativa é X. Podem requisitar X por email à pessoa com quem vinham falar ou a outra (dou os contactos) e logo vos dizem se X pode ser ou não. Mas Y, como querem, não com toda a certeza. 
No dia seguinte mandam um mail com uma grande explicação e a pedir Y. 

Eu ri-me quando vi, porque só podem mesmo achar-se mais inteligentes que o mundo inteiro..parece-me óbvio que o tema viria à baila entre mim e os meus colegas, não? 
Resposta ao mail: tal como a minha colega Mnemósine vos explicou, Y não fazemos (com uma explicação mais detalhada das razões). Se quiserem X pode ser nos termos tais.

It looks like...autch

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Quanto à notícia que acompanhava a foto (ou vice-versa) nada tenho a dizer. Mas olhem bem para esta imagem. Só vos digo duas coisas: bracinho do Cris + carinha do Zé. 
 Vêem o mesmo que eu?

03 junho 2010

Amor de PErdição LXVI

6 comentários
Adoro estes


Mas não há qualquer hipótese de que me fiquem bem. A minha mãe até tem uns originais, vintage (já se pode chamar assim? são mesmo antigos e são o modelo clássico. pode né?) que me dava de boa vontade. Mas ia parecer que andava com os óculos de outra pessoa (o que seria verdade mas ninguém quer que se perceba). Até já andei a ver nas secções de criança mas nada feito.

No mesmo tema, também acho piada a estes (não para mim)
E tenho visto imensa malta nova com coisas semelhantes. Ficam giros. Mas digam-me lá...aquilo não troca os olhos nem dá uma dor de cabeça de bradar aos céus? É que parece mesmo.

01 junho 2010

Ódio de estimação LXVI

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Odeio quando alguém fica chateado mas não diz ou explica porquê.
Acho que toda a gente volta e meia se chateia ou ressente por coisas que mais tarde percebe serem insignificantes* (e depois há os outros, que nunca percebem que eram coisas mínimas) mas irrita-me tanto quando oiço "não, não deixa estar" ou "ah não percebes porque estou assim? então ainda é pior do que eu pensava"...Er...razões válidas ou não, merecemos sempre uma explicação não? Nem que seja com bonecos, que às vezes são pessoas que funcionam em frequências diferentes (como as mulheres que se chateiam com os respectivos porque outra mulher sorriu para eles).

*geralmente quando fazemos porcaria da grossa percebemos porque é que estão chateados connosco, por isso é que foco as pequenas coisas.