27 maio 2010

Amor de Perdição LXV

Conhecem o Pirilampo Mágico?
Aquele que se vende todos os anos para ajudar pessoas com deficiencia: 
"Com esta campanha, a FENACERCI pretende alertar a opinião pública para as questões dos direitos das pessoas com deficiência, como o direito à igualdade de oportunidades e o exercício da cidadania plena."
(nada como citar)

Lembro-me de ter um de cada cor quando era miúda, acumulei-os durante muitos - demasiados - anos. A minha mãe comprava sempre. 
Quando começaram a fazer pins, comecei a comprar 2 ou 3 a cada ano. 
Este ano ainda não comprei. Porque todos os dias, no metro, passo por um jovem com Síndrome de Down que os vende com a cara de ser a pessoa mais feliz do mundo só por ali estar. Quando passo por ele vou sempre cheia de pressa (odeio atrasar-me + atraso-me sempre a sair de casa = tenho de ganhar tempo de alguma forma) mas está decidido que é a ele que vou comprar os pins este ano. Todos os dias ele me alegra o dia com aquele ar de genuína felicidade que nunca se vê em ninguém, é o mínimo que posso fazer para lhe retribuir o sorriso que levo depois de passar por ali. 

5 comentários:

Dora disse...

Devo ser das poucas almas que nunca teve ou comprou um pirilampo na vida.

Fuschia disse...

POis eu ainda não vi nenhum à venda este ano!! Tenho aqui um na secretária e queria comprar o 2010, mas não sei onde..

almighty yellowphant disse...

ui, pirilampos. quantos tive eu? tantos. :)

Este Blogue precisa de um nome disse...

Ai menina se não conheço... :) a MC este ano comprou sete no Colégio... leste bem: S-E-T-E. ;)

Os meninos da Cerci foram lá passar dois dias ao Colégio e fizeram uam venda, uma interacção fantástica e enriquecedora para uns e outros, como deves calcular :)

Ela adorou e eles pelos seus sorrisos também... :)

Mnemósine disse...

Dora: é apenas uma boa desculpa para ajudar.
Fuschia: vai às compras que encontras de certeza.
Almighty: também perdi a conta!
Rita: Sete?!? Gostou mesmo. Não sabia que estavam a fazer esse tipo de iniciativa, acho óptimo. Não só pela sensibilização dos mais novos para estas questões mas também para a inclusão de tantas pessoas que muitas vezes são excluídas desde cedo e nunca têm a oportunidade de ter uma vida comum.