22 maio 2010

Ainda as carteiras

Talvez seja bom frisar que não creio que a minha teoria sirva de exclusão universal de canalhas. 
Somos todas diferentes e, como tal, procuramos diferentes características (logo diferentes carteiras) nas pessoas que nos rodeiam. O que é bom. 
Gato escaldado de água fria tem medo, não é assim? Eu, por exemplo, fujo dos emocionalmente dependentes. Já tenho a mania de ser a mãezinha de todo o mundo, prefiro não adoptar mais um no momento em que me "candidato" a...ao que for. 
Cada pessoa procura determinadas coisas. Procura x porque lhe agrada e y porque abomina e é factor de exclusão de qualquer hipótese de continuação. 

Na verdade, tanto quanto sei, acabamos sempre por esquecer os nossos critérios quando alguém nos fascina (ou, pelo menos, capta o interesse) e por mais que procuremos tudo se resume a ter ou não ter sorte. 

Mas uma teoria é uma teoria. 
Contem lá os vossos critérios e vamos testar esta.

2 comentários:

_+*A Elite in Paris*+_ disse...

Meu Deus, eu poderia ter escrito isto (não... não poderia não, pelo menos, not as well).

Tenho um problema com esse tipo de dependencias tb. Como a amiga que liga "não ligaste ontem, tens a certeza que gostas de mim? mas assim, como gostas das tuas outras amigas?".

Hello?

I'm off.

A Elite

Fuschia disse...

Acho que esse tipo de escolhas não podem, nem devem, ser baseadas exclusivamente numa "lista" de o quer que seja. A intuição, é determinante para sabermos que, apesar do gajo ter uma carteira da Cavalinho (:p) vale a pena apostar no jovem. (Já o António Damásio anda para ai a dizer que só decidimos com as emoções)