31 dezembro 2010

A gerência deseja(-vos)

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que 2011 seja melhor que 2010.
Que tenham saúde, dinheiro, trabalho e pessoas que gostem de vocês.

Hoje e amanhã são dias de superstições, aquelas coisas em que não acreditamos mas fazemos na mesma.
Passas não gosto, não como. Posso adiantar que os pinhões não dão sorte. Também não subo a cadeiras com o pé direito e uma nota em cima da cabeça. Brindo e uso roupa nova, quando a tenho.
A pouca sorte que tenho vem da roupa (como é óbvio), as alegrias devem vir dos brindes.
Aceitam-se dicas, assim certinhas como estas.

30 dezembro 2010

Amor de Perdição XCIII

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Adoro esta nossa ilusão voluntária de que a mudança de ano pode trazer coisas boas. Como quem começa sem nada, começamos agora (no sábado) a contar do "1 do 1" e queremos isto e aquilo e vamos fazer e acontecer. É uma doce ilusão, condiz bem com a época que a precede, e sabe bem fingir por uns dias.

(esclareço: não tem ironia)

29 dezembro 2010

Dos espalhos ao comprido

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Desde sempre acho que por muita razão que alguém tenha, a atitude que toma e as palavras que usa podem ser suficientes para que o facto de ter razão se torne absolutamente secundário. Concretizando: quando se reclama num serviço público (para dar um exemplo em que quase sempre se tem razão), se o reclamante for grosseiro ou misturar assuntos, fizer peixeiradas desmedidas ou coisas do género, para mim, perde parte da razão que tinha antes de abrir o bico.
Se virarmos a situação ao contrário, torna-se engraçado (de ter graça mesmo) as figuras ridículas a que as marcas se sujeitam. A malta anda a brincar aos negócios, só lhes falta a caixa registadora a pilhas e os artigos de supermercado em plástico em tamanho mini, e toca de passar a ferro tudo o que incomode. O grande problema (das marcas, claro) é esta coisas das redes, as networks em que tudo se vê, tudo se sabe e num ápice.
Uma chatice para quem faz mer...asneira. Pior um pouco para quem duplica esforços nesse sentido.

Então se só o Facebook já tem 3 milhões de utilizadores portugueses, é juntar-lhe os bloggers (quantos somos?) e aquela velha teoria que diz que por cada má experiência de compra cada pessoa conta a X pessoas que por sua vez contam a Y.
Enfim, é cada vez mais fácil fazer asneira da grossa. E às vezes evitá-lo era tão simples como ser honesto.

28 dezembro 2010

Ódio de estimação XCIII

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Sabem quando expõem um problema ou preocupação vossos a alguém que de imediato tenta sugerir solução atrás de solução e vocês respondem "já fiz" "isso não é possível" "não posso" etc?!
Odeio.
Inevitavelmente, começo a ter a sensação de que aquela pessoa que me tenta ajudar, que se esforça e se preocupa comigo, vai pensar ou mesmo ter a certeza de que eu estou a fazer um bicho de sete cabeças, a complicar uma coisa simples ou a prolongar a questão por inércia. É não costuma ser e chateia-me que fique aquela ideia de que desvalorizo a atenção que deram ao meu problema.
(Nem sempre duas cabeças pensam melhor que uma)

27 dezembro 2010

Diversos

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Do Natal: tenho de ir às compras.

Desta semana: queria taaaaaaaaaaaaaanto estar de férias....

Doutras coisas:
é dos jornais que tenho visto e lido ou tem havido imensos incêndios?
eu gostava de ter tirado um printscreen mas juro que na quinta ou na sexta vi no twitter uma notícia que dava o vice-presidente do Brasil como morto. Segundo o DN (online, ontem) o senhor até já está a recuperar do problema que teve. Estes erros são graves.. informação errada é ainda pior que não-informação.

Ai! Nunca mais é sábado.

25 dezembro 2010

Já não posso com músicas de Natal

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É só.

24 dezembro 2010

Aos que festejam o Natal

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Caríssimos,
que tenham uma boa noite e um bom dia e já agora um bom rescaldo.
que estejam libertos de fretes e sorrisos forçados.
que a comida esteja bem temperada.
que a companhia seja agradável e a conversa corra solta.

Que seja um Natal bonito, é o que vos desejo.

23 dezembro 2010

Amor de Perdição XCII

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Gosto quando as pessoas perguntam em vez de assumirem, pensarem, acharem, partirem do principio que, julgarem ou decidirem sozinhas.

22 dezembro 2010

Random

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E para juntar à máquina que avaria (e que descobrimos sozinhos o que era preciso fazer mas não tinhamos uma ferramenta especial de corrida que em 1 minuto e 30€ resolveu o problema) é mesmo muito agradável chegar a casa vinda de um sítio cheio de bancos, descansadinha da vida porque o novo cartão multibanco pode ser activado online e o serviço está indisponível.
Pelo menos já só tenho que voltar a comprar presentes de Natal para a semana. Altura em que se espera que as pessoas deixem de ir para as filas antes de estarem prontas a pagar, embrulhar ou o que quer que seja que se faz ali.

21 dezembro 2010

Ódio de estimação XCII

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(daquelas coisas que só reparamos quando acontecem)

Odeio a inevitabilidade de descobrir que a máquina da loiça avariou quando esta está cheia de loiça.
É que só se dá por isso quando se quer pôr a trabalhar ou quando já está a trabalhar (e nos inunda a cozinha, por exemplo).

...assim também eu, Murphy.

20 dezembro 2010

Estado do Mund(inh)o

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(versão WTF?, para relaxar)


Mineiros contratam advogado para gerir a sua imagem - Afinal qual é a diferença entre ficar fechado numa mina e ir para o Big Brother? A adrenalina de poder nunca mais sair?

Caranguejos vivos à venda no metro (na China, claro) - Culturas diferentes, comidas diferentes..certinho. Mas vai daí meter bicharada dentro de uma caixa pequena e depois de outra grande à espera sei lá do quê...pá, coiso né? Associações de protecção dos animais, cadê vocês? De qualquer forma, depois fazem o quê aos bichos, ali no metro?

Manuel Alegre assume-se como regulador e moderador político - Ah bom. Isso não é precisamente a obrigação de um PR? Agora virou moda os candidatos prometerem cumprir o papel a que se candidatam.

(versão WTF?, para relaxar)

17 dezembro 2010

Empenhamento

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O nosso primeiro-ministro insiste em usar o termo "empenhamento", no sentido de precisarmos de nos dedicar e esforçar àquilo de que ele está a falar.

Do Priberam:

empenhamento
s. m.
Acto! de empenhar.

empenhar
v. tr.
1. Dar como caução de um empréstimo.
2. Fazer contrair dívidas.
3. Dar em penhor, obrigar.
4. Expor; arriscar.
5. Empregar com solicitude.
v. pron.
6. Endividar-se.
7. Fazer diligência.
8. Pôr empenho (em alguma coisa).
9. Tomar interesse por.


Sempre que este termo é usado eu sou imediatamente remetida para o sentido das dividas.
"O país tem de se empenhar"

Bem sei que isto é um preciosismo meu, uma mania seja, mas a verdade é que não percebo como é que uma pessoa com tanto cuidado com todas as formas de comunicação, rodeado de uma equipa que deve estar atenta, persiste na utilização repetida de uma palavra que tem uma dupla leitura, sendo uma delas tão negativa e e contrária ao que se pretende transmitir.

16 dezembro 2010

Amor de Perdição XCI

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Tenho bilhetes para PJ Harvey,
segunda data que a primeira esgotou em dois dias e eu, previdente que costumo ser e desta não fui, quase tive uma coisa muito má mas depois achei que os senhores são espertos e iam arranjar mais um dia à Polly e assim foi e agora já os tenho e estou muito mais descansada da vida. E contente, como depreendem.

Só não percebo esta sazonalidade que me persegue. Tive meses sem ir a concertos e em Novembro fui a dois, agora já tenho bilhetes para mais dois, ambos em Maio.

15 dezembro 2010

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Há pessoas que têm dificuldade em ser simpáticas. Outras que têm dificuldade em ser educadas.
As primeiras não me chateiam nada, as segundas fazem-em comichões.

Oh a sério?

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Just sayin'.


E hoje não é feriado, é pena, já me estava a habituar.

14 dezembro 2010

Ódio de estimação XCI

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Sabem quando esperamos imenso tempo por determinado acontecimento ou oportunidade, uma daquelas coisas que queremos mesmo, que nos deixaria felizes na vida, a chamada cereja no topo do bolo, e isso nunca acontece? Chato e recorrente.
Odeio quando esses acontecimentos ou oportunidades surgem fora do tempo. Quando já nem as podemos aproveitar ou, pior, quando temos de as ignorar depois de ter almejado por aquele momento.

13 dezembro 2010

Coisas (em falta)

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Estamos mal.
Presentes comprados: 1.
Presentes por comprar: nem quero contar.
Fins-de-semana até ao Natal: 1.
Tempo para comprar presentes até ao Natal: fins-de-semana.
Ideias: nenhuma.
Pedidos: nenhum.
Itens na minha lista: muitos, mas estamos em crise e mais não sei quê e tal.

Onde vamos passar o Natal e com quem: desconheço.
e a passagem de ano: idem.

Nem árvore de Natal nem nada.

Espírito de Natal pobre.

10 dezembro 2010

Estado do Mund(inh)o

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A sério que era preciso um estudo para descobrir que com o aumento dos impostos cresce a tendência para lhes fugir e para corromper o sistema? (não encontrei link, ouvi na rádio)

Acordo Ortográfico + escolas portuguesas + ano lectivo 2011/2012
(ou seja, o próximo)...é uma boa piada. Formação e essas coisas...cadê?

Lisboa vai perder calçada portuguesa (só em alguns sítios e só por questões de segurança). Perdoem-me a heresia mas isto são boas notícias.


A polícia moçambicana deteve na província de Tete uma mulher de 68 anos, traficante de órgãos humanos há 50, que na altura transportava um dos pés do neto falecido há cerca de uma semana.
Nem sei por onde começar.

09 dezembro 2010

Amor de Perdição XC

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Adoro vestir roupa quente, acabada de sair de cima do aquecedor. 
A minha mãe costumava fazer isso quando eu era pequena e morávamos numa casa que era muito fria. É um gesto que me recorda sempre esses tempos (o ser pequena, não a casa fria) e que me deixa uma sensação de conforto como poucas coisas conseguem deixar.

08 dezembro 2010

O preço dos "gosto"

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Não estava a perceber porque é que de repente toda a gente "gosta" da Worten no facebook. Até que vi o anúncio em que eles dizem que por cada amigo dão 25 cêntimos à Ajuda de Berço, instituição que, como se sabe, está com sérias dificuldades.
Estas porcarias afligem-me.
O desespero por ter fãs a qualquer custo ultrapassa-me, de certeza que não sou só eu que acabo por "desgostar" das coisas se tiverem informação que não me interesse ou que bloqueio quem me enche o mural de spam. Bem sei que sou cheia de manias mas acho mesmo que a gestão das redes sociais ainda vai subir muito degrau nas academias (faz-se tanta coisa estranha...).
Depois é a falta de vergonha: já nem se tenta esconder que estas campanhas de "solidariedade" são muito mais publicitárias que as que levam este nome. Se calhar esconder é um mau termo, a questão é que o costume era que o foco estivesse nos beneficiários e não que as atenções fossem desde logo divididas. A marca apoiava uma causa, agora a causa é apenas uma boa desculpa para nos induzir a fazermos uma coisa que nem nos apetece muito mas que alguém acha que é muito bom para a marca. A inversão dos valores já nem é motivo de embaraço.

07 dezembro 2010

Ódio de estimação XC

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Odeio que me tirem o computador da mão para ir procurar a mesma coisa que eu já tinha encontrado, só por teimosia.

06 dezembro 2010

Estilo, cada um com o seu

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Nos destaques do DN Gente:

Michelle Obama mostra árvore de Natal
Robbie Williams mostra rabo na Tv

Desde que mantenham a coerência, acho bem. Além de que o rabo do RW deve ser bem mais interessante que o da MObama. Digo eu.


raios partam os posts programados que por magia passam a rascunhos.

03 dezembro 2010

Breve apontamento

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Parem lá de dizer que o arsénico é venenoso. Deixou de ser apenas assim, "venenoso", a partir do momento em que se descobre que há uma coisa qualquer que se alimenta disso. Requer especificidade.

Pronto, era só isso. Agora vou voltar a pôr as mãos nos bolsos que faz frio cá fora.

02 dezembro 2010

Amor de Perdição LXXXIX

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Adoro o homebanking/netbanking. Adoro, adoro, adoro. 
Ao contrário de outras coisas, ir ao banco tratar de tretas não me faz falta alguma.

01 dezembro 2010

Ufa

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Novembro de 2010 foi o mês mais longo da minha vida. Parece ter durado 300 dias em vez de 30. 

Agora que acabou dava jeito uma estrelinha que viesse resolver os problemas que Novembro trouxe (os que têm solução, pelo menos) e que prolongasse as coisas boas que foram pontuando este período. 
Xmas wish.

30 novembro 2010

Ódio de estimação LXXXIX

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Pessoas que, mesmo tendo sido avisadas de que não podem, continuam a tirar fotografias a concertos depois de perceberem que de cada vez que o tentam fazer há um funcionário da sala que incomoda dezenas de pessoas ao passar em frente a elas só para dizer àquela pessoa, outra vez, que não pode captar qualquer registo. 
Pelo menos podiam ter a esperteza de desligar o flash e tapar as luzes de aviso das máquinas.

29 novembro 2010

Tonight we fly (@Maria Matos)

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Over the houses
The streets and the trees
Over the dogs down below
They'll bark at our shadows
As we float by on the breeze

Tonight we fly
Over the chimney tops
Skylights and slates -
Looking into all your lives
And wondering why
Happiness is so hard to find

Over the doctor, over the soldier
Over the farmer, over the poacher
Over the preacher, over the gambler
Over the teacher, over the rambler
Over the lawyer, over the dancer
Over the voyeur,over the builder and the destroyer,
Over the hills and far away

Tonight we fly
Over the mountains
The beach and the sea
Over the friends that we've known
And those that we now know
And those who we've yet to meet

And when we die
Oh, will we be
That disappointed
Or sad
If heaven doesn't exist
What will we have missed
This life is the best we've ever had


The Divine Comedy

26 novembro 2010

Ui..

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O problema das medidas passiveis de serem consideradas discriminatórias é que se abrem precedentes difíceis de controlar. 


Não discordando totalmente, tenho a dizer que...

25 novembro 2010

Amor de Perdição LXXXVIII

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Adoro refilar, queixar-me e bater com o pé.

É libertador. Faço-o quase sempre apenas por isso, para exorcizar o que me irrita, e raramente esperando que me resolva as questões. 

Se refilo está tudo bem, se não refilo temos o caldo entornado.

(Sá não me digam que tenho que ter paciência que isso dá-me uns nervos...)

24 novembro 2010

Como sempre, falta-lhes coerência

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Tanta coisa com a crise e com os cortes e até se faz uma greve geral em que há empresas públicas que no dia anterior já sabem que não vão ter condições de garantir serviços mínimos (o Metro Lx avisava que nem vale a pena tentar) mas continua-se a gastar em coisas absolutamente supérfluas... Sou só eu que me indigno com o facto de haver luzes de Natal acesas muitos dias antes do dia marcado? Cá por mim em anos assim, em que se decide cortar onde mais afecta cada cidadão, é obrigação moral cortar em tudo. E luzes decorativas é mesmo uma coisa de que ninguém precisa. Não é só a despesa em energia, é o material, a mão-de-obra para colocar e retirar mais eventual manutenção. (ao que parece, é muito mais fácil fazer PECs que directrizes que obriguem a cortes elementares)
As empresas que vivem disto continuariam a ter trabalho já que, tanto quanto ouvi num canal de tv, se tem expandido além fronteiras, além de que as lojas e os centros comerciais continuam a ter rios de dinheiro para investir em decorações e incentivos ao consumo que tal. 

Enquanto isso, fora luzinhas vermelhas, azuis e amarelas, o que não falta por aí são candeeiros de rua a precisar de lâmpada nova. Façam favor, senhores.

23 novembro 2010

Ódio de estimação LXXXVIII

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Devo ter o termostato avariado. Ultimamente toda a gente à minha volta diz que está frio, blablabla, mas depois anda tudo com uma camada de roupa e sem vontade de ligar aquecedor ou ar-condicionado...enquanto isso estou eu com duas camisolas e um casaco, as mãos geladas e completamente encolhida.

É o que temos, por cá

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Sábado, 3h da manhã, 2ª circular.
Carros da polícia, bombeiros e ambulância. Um ligeiro virado ao contrário e com a frente completamente ardida (coisa boa não pode ter sido).
Uma equipa de bombeiros limpa a estrada.
Tudo normal. Até reparar que o método de limpeza da estrada consiste em varrer as coisas e atirar para o outro lado dos blocos de cimento que delimitam a estrada,  numa zona onde por acaso há árvores e mais à frente prédios e zonas de circulação.

Acho lindo.
Faz muito sentido. Não só no espírito da profissão que exercem e das campanhas que vão tentando fazer mas, sobretudo, no forte sentido cívico que os chamados soldados da paz ali presentes demonstram. 

Pegar num saco nem dava mais trabalho, o que torna tudo ainda mais triste de assistir.

(novamente, post programado que não foi publicado... começa a chatear-me)

19 novembro 2010

Amor de Perdição LXXXVII

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O meu laptop.
O dos outros não serve, é como usar computadores públicos (meaning não presta para nada do que costumo/preciso desesperadamente fazer: ver mail, postar, ler posts, etc).

Home is where my laptop is.

(e esta porcaria começar a publicar os posts como eu comando também era coisa boa de se ver)

17 novembro 2010

Estado do Mund(inh)o

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Obama vai analisar situação económica portuguesa - Ai Obama tu vê bem com quem te metes, repara que isto é gente que se diz amigo do teu conhecido Hugo. E a conclusão a que vais chegar, de qualquer forma, já toda a gente a imagina (menos o TS e o JS).

O Mário Soares diz que não lhe consta que o Governo tenha chamado o FMI. Mas alguém achava que eles o iam fazer? E perder os motoristas e os assessores mais as aberturas do telejornal e as cimeiras  com gente da alta...a única coisa que estragou o arranjo foi mesmo aquele limite dos 7% ter sido ultrapassado: assim ficámos a saber que esse aviso era só a brincar (não estou a citar).

Paulo Bento quer "atitude dominadora" frente a Espanha. À frente não sei como será mas pelo que ouvi ali na fronteira estamos a dominar, está tranquilo Paulinho.


E assim se faz uma Cimeira. Isso dos custos não interessa nada de nada.

16 novembro 2010

Ódio de estimação LXXXVII

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Alguém no meu prédio tem um novo relógio em casa, daqueles que de hora a hora fazem talam-talam para que todos saibam que já passou mais uma hora. 
Ainda por cima não está certo.
Pior só mesmo sinos de igreja que servem de relógio (o que me lembra uma cena no filme Bienvenue chez les Ch'tis, todo ele de rir a bom rir e que devia rever um dia destes).

15 novembro 2010

Sem preceito

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Ainda me lembro de ir tirar fotografias tipo passe e aquilo ser coisa para demorar um bom bocado. Havia um cenário, projectores e reflectores, um banco e um senhor com ar de entendido que nos mandava endireitar as costas, pôr o cabelo atrás da orelha, olhar para a direita e levantar o queixo. Alguns insistiam no sorriso, outros deixavam ficar a tromba.
Tinha-se uma hipótese, nos sítios bons ainda davam mais uma. E pronto, era esperar. Uma canseira, um processo, uma técnica apurada e um espaço que se escolhia como quem escolhe onde vai jantar.

Agora nada disso.
Sentamo-nos num banco, de costas para uma porta branca cheia de dedadas e riscos e toma lá um flash nos olhos. Ora vê lá se 'tá bem. Não 'tá. Toma lá mais um flash e uma cara feia a ver se te pões a andar que aqui trabalha-se. 'Tá bom? 'Tá. Passa o dinheiro e espera um minuto que isto já sai. Toma lá e adeus.

Demasiado utilitarista, não?

14 novembro 2010

Quem me manda ser parva?

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Esta choné que vos escreve, ao dia de ontem, decidiu ir a essa exposição benzoca que é o Casa Decor. 
Aquilo já se faz há não sei quantos anos e eu nunca lá tinha ido. Ontem, como não tinha nada para fazer e tinha visto ou ouvido em algum lado que era só até hoje, achei que havia de ser giro. 
Crédula que sou, fiei-me nas reportagens do Querido mudei a casa e na publicidade que passava no People&Arts.
Pois, parvinha.
Aquilo são para aí uma dúzia de divisões que não têm nada de especial e ainda se paga 10 euros para lá estar uns 15 minutos. Juro que ir ao Aki é mais interessante.

12 novembro 2010

(sem título)

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Certo dia da semana passada o ferro de engomar lá de casa pifou. E eu, que não sou de me chatear quando acho que as coisas cumpriram o seu serviço durante tempo suficiente, resignei-me que o bicho ia para a reforma e que era preciso comprar um novo. 
Lá fomos, nessa mesma noite, em busca de substituto. Geralmente para compras escolho a companhia da minha mãe que além de ter paciência e andamento, é dotada de enorme sabedoria (é o que lhe digo). Mas ela estava ocupada e por isso foi o sr. sweetheart. E a mãe ao telefone.
Estava eu de conversa sobre marcas quando digo (à minha mãe) "ah não essa não, o único que está aqui é feio". E levo com o olhar e o gesto das mãozinhas junhas como quem me reza pela alma e "que parvoíce estás tu a dizer?!" e depois verbalizou, dizendo que isso não devia ser um critério.
Ora então, está muito bem. Tanta 'censura' vinda de alguém que mesmo não percebendo nada de tecnologia compra um LCD em vez de uma tv mais barata que ocupa um metro cúbico. Que decide a cor do microondas antes de decidir se quer com ou sem grill e coisas parecidas. 
São tão engraçados os homens (da minha vida).

D'oh

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Esqueci-me de comer castanhas no S. Martinho!
É a primeira vez em anos (se calhar é mentira, não faço ideia, mas dá um ar mais dramático), é gravíssimo!

11 novembro 2010

Amor de Perdição LXXXVI

8 comentários
Gosto tanto, tanto de tomar o pequeno-almoço na cama que ultimamente levanto-me, vou buscar comida à cozinha e volto para a cama para comer (coisas sem migalhas).

10 novembro 2010

Coisas

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1. O CD da Susan Boyle chama-se The Gift. Não é um bocado pedante? A menos que seja uma referência ao Natal e não a um dom..
2. A capa do Crazy in love do Michael Bublé é pirosa que dói.
3. Não sei quanto tempo depois de os livros do Stieg Larsson terem um êxito descomunal (também) em tradução portuguesa é que se lembram de fazer uma caixinha bonitinha com ofertas e tudo. Já tive tempo de ler cada livro duas vezes e agora estão à espera que vá largar 45 euros (muito mais barato, por acaso, boa prenda de Natal para quem [quem?] ainda não tenha lido e queira fazê-lo) para ter a caixa e uma oferta? Meh. 
4. Desde que os livros de Fantástico caíram nas boas graças do adolescentes que 2 em cada 5 destaques nas livrarias são desse género, mas do piorzinho que existe. Assim como destacar MRP na literatura portuguesa (desculpem lá o uso do termo literatura, era mais para não repetir vocábulos). Depois queixam-se que os jovens não lêem.
Em suma, afinal não comprava a Fnac toda, só 3/4. Mais uns consumíveis. 

09 novembro 2010

Ódio de estimação LXXXVI

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Esta mania Lisboeta de que não temos sotaque.

"Ad'vinha lá donde é qu'ê'sou
És de Lisboa
Coméque soubest?
Pelo sotaque
Mazeu na tenh-staque! Taza falá' do quê?"


Comemos sílabas, finais de palavras e o mais que caia em hábito.

08 novembro 2010

Corda bamba

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Segundo uma chamada de capa do DN da sexta-feira passada, os actores das novelas da TVI estão a trabalhar a recibos verdes. Na capa lê-se "crise obriga televisões a pôr em prática planos de austeridade".
Primeiros, senhores das televisões, vão gozar com outro.
Segundo, acho isto péssimo.
Cada vez mais empresas recorrem aos recibos verdes para se livrarem das obrigações financeiras a que ficam sujeitas através de contratos, quem se lixa é o trabalhador. Em teoria os recibos verdes servem para aqueles trabalhos que se prestam aqui e ali, sem regularidade, coisas pontuais.
Mas o Ministério do Trabalho não devia controlar estas coisas? Não me lixem, a tvi tem rentabilidade mais que suficiente para poder fazer contratos a termo com os actores, pagar as obrigações que isso acarreta e assim ser uma entidade empregadora que se preze. E isto deve ser tão fácil de provar como fazer a prova dos nove. 
Giro mesmo era os actores decidirem no auge de uma novela que já não lhes apetece fazê-la e a partir do dia seguinte não iam lá pôr os pés. 
Sou apologista de que o Estado deve regulamentar e depois controlar o bom funcionamento das coisas, tal como acontece por exemplo com as declarações de impostos. Se por um lado entendo que trabalhar a recibos verdes é a opção de muitas pessoas - até têm um nome estrangeiro (freelancer) - por gostarem ou pela natureza da sua profissão, e que outras (muitas) preferem trabalhar a recibos verdes do que não trabalhar (quanto a mim a escolha certa), não percebo como se permite que cada vez mais empresas se desculpem com a crise para pôr em cheque um sistema que está criado (para funcionar, espera-se). O próprio Estado tem funcionários a recibos verdes, não se admite. 
Sobretudo neste país, se não há polícia faz-se tudo o que se pode. Chico-espertismo e falta de vergonha nuns casos, falta de opções no outro. 
E ainda falam da estabilidade económica do país..como pode um país ser estável se os seus cidadãos não têm oportunidade de o ser?

06 novembro 2010

(sem título)

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Passam-se semanas de pasmaceira e depois há dias em que há mais programas interessantes que disponibilidade. Assim, por exemplo, ontem. Ora vejamos:
Rodrigo Leão com Cinema Ensemble no Coliseu - bilhetes comprados há que tempos, feito. Bom, muito bom.
Lisbon Film Orchestra - pela segunda vez, perdi a oportunidade (sendo que a primeira era à borla). Diz que hoje à noite há outra vez mas consta que não vai dar outra v€z.
Lançamento do livro de um fotógrafo com um trabalho de babar - três oportunidades no mesmo dia (quando é que isto acontece??). Primeira oportunidade: não dá, trabalha-se. Segunda oportunidade: pois, trabalha mais um bocado que ainda não são horas de te pores a caminho. Terceira oportunidade: concerto de Rodrigo Leão. 

Uma pessoa bem quer cultivar o espírito mas assim fica difícil.

05 novembro 2010

No closure

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Parece, e às vezes apetece, mas a vida não pára. Restam-me memórias, muitas e boas. Não existe qualquer contradição nos sorrisos rasgados com lágrimas nos olhos. 
Obrigada pelas palavras que me deixaram no post de ontem. Tentarei ter essa força.
Propositadamente aquele foi o único post do dia de aniversário do blog. Os aniversários são importantes para mim (à excepção do meu) e foi, por isso, a homenagem possível.

Brevemente, novo visual por aqui. 
Ainda mais brevemente, up no mood dos posts*.

*percebam que bom humor aqui, ou humor normal, é refilar e coisas que tal.

04 novembro 2010

Amor de Perdição

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O meu Amor morreu.
Diz-se que os amigos são a família que se escolhe, pois escolhi-o como irmão mais novo. Na verdade não escolhi, aconteceu assim, é amor.
Morreu-me. Assim, de repente e da forma mais idiota possível. 
A minha alma encolheu, amachucou e fixou-se na garganta. Assoma-me aos olhos e contorce-me o estômago. À lembrança permanente de que o perdi para sempre vão-se sobrepondo as memórias do que vivemos, do que fomos e do que ele teria sido. Ia ser grande, era uma mente criativa. 
Consola-me saber que viveu, que aproveitou o que pôde, que fez pelos seus sonhos apesar de a vida não ter sido sempre fácil. Mas, ao mesmo tempo, é isso que me tira o ar: havia ainda uma vida inteira para viver e realizar. 
Nesta altura precisava de acreditar numa existência para além da nossa, significaria que ele continuaria a Ser, algures, para alguém. Não acredito e fico apenas com a paz de saber que lhe disse sempre que o amo e a convicção de que ele sempre o soube.
Não há no mundo alguém que o tenha conhecido que não tenha ficado com ele na memória. E agora é só o que me resta.
De todas as asneiras que fez, a pior foi ter partido tão cedo.

As palavras não me chegam. I'll see you in my dreams.

03 novembro 2010

(sem título)

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I'll see you in my dreams
And I'll hold you in my dreams
Someone took you right out of my arms
Still I feel the thrill of your charms

Lips that once were mine
Tender eyes that shine
They will light my way tonight
I'll see you in my dreams


Oh, someone took you right out of my arms
Still I feel the thrill of your charms

Lips that once were mine
Tender eyes that shine
They will light my way tonight
I'll see you in my dreams

(Gus Kahn)

02 novembro 2010

Ódio de estimação LXXXV

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Odeio partilhar chapéus-de-chuva.

E é uma chatice porque é daquelas coisas que não se pode deixar de fazer. O problema é simples: salvo honoráveis excepções, devido à altura da minha companhia, o chapéu fica demasiado alto e eu fico demasiado molhada.

Não obstante, gosto do Outono, do Inverno, da chuva e do frio. Do vento é que não.

01 novembro 2010

Face significa cara, pessoas

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Vai daí uma pessoa decide encontrar no facebook umas pessoas de quem não sabe nada há para cima de imenso tempo, mais pela cusquice que pela amizade profunda. Por exemplo colegas da escola e ex-namôs. Põe-se lá o nome e o apelido e carrega-se no ver todos os resultados. Vem de lá para cima de 500 pessoas, tudo com o mesmo nome. Muito útil, raio que os parta.
Ainda se fosse uma tour agradável...agora cá homens de tronco nú (que nunca deviam se mostrados em público quanto mais na internet, ou outros que até podiam andar de tronco nú mas depois também mostram a cara).
E essa é outra, quero cá saber das florzinhas e das paisagens: se há quinhentos com o nome de uma pessoa que não vejo há uma decada agradecia pelo menos ter uma referência. 
Por exemplo, fui ver e há 505 pessoas com o meu nome.

29 outubro 2010

Sem-noção e adjectivos que a educação não me permite verbalizar

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Estamos a ser governados por uma série de sem-vergonha, sem-noção, miúdos mimados que parecem não fazer a menor ideia do país em que vivem. Estar calado é tão melhor do que dizer asneiras, do que ofender a inteligência de pessoas que neste momento fazem muitas contas à vida para saberem como manter-se à tona, e de outras que mesmo não tendo dificuldades de maior vão ter de cortar nos pequenos luxos que se vão permitindo (porque não têm despesas de representação, motoristas, subsídios de tudo e mais um par de botas, porque declaram tudo o que ganham, etc, etc, etc).

Vejam a reportagem que começa mais ou menos ao minuto e meio deste vídeo (o embed não funciona).

Diz a ministra do trabalho (para quem não possa ver e ouvir):
"Eu penso que os que não têm trabalho têm que sobretudo ter a coragem de procurar por todas as formas voltar ao mercado de trabalho e procurarem aceitar aquilo que são as propostas que lhes são oferecidas pelo Instituto de Emprego e Formação Profissional em termos de acesso a uma qualificação de promoção da melhoria das suas capacidades. Os desempregados têm que aproveitar o momento em que estão desempregados para poderem requalificar-se, para poderem ter a capacidade de quando puderem voltar ao mercado de trabalho terem melhores competências, melhores qualificações"



Com 10,7% da população desempregada esta pessoa, que devia deter toda a informação possível e imaginária, acha que o que as pessoas precisam é de aproveitar o momento para se requalificarem. Quando há cada vez mais pessoas a perceberem que estão sobre-qualificadas e/ou que investiram tempo e dinheiro em formação que não vão utilizar em tempos próximos porque não há ofertas. Tanto quanto sei (e não é por experiência própria, é só mesmo de ouvir histórias) o IEFP a que a pessoa se refere envia os desempregados para fazerem esta qualificação nas coisas mais estapafúrdias. Ofertas de emprego dignas, que é bom, nada. A culpa é do IEFP? Não totalmente, parece-me. Se não há muitas ofertas e continua a haver cada vez mais desempregados...não é preciso saber muito de matemática.
E sim, claro que há aqueles que sabendo-se no direito de receber subsidio de desemprego por mais X meses preferem ficar X meses em casa e mais aqueles que demore arranjar emprego. Mas nem toda a gente é assim e não me parece que sejam a maioria. Porque acredito que as pessoas têm a noção que parar é morrer, como diz o povo, e que desvalorizam-se mais em 2 anos de paragem do que a trabalhar em coisas que não são exactamente o que querem e sonham. 
Mais, acho que muitos daqueles que recusam ofertas de trabalho o fazem por os pagamentos serem miseráveis. E a culpa disso é, quanto a mim, do ministério do trabalho, que não faz aquilo que deve que é regular o mercado de forma a prevenir e impedir situações precárias, miseráveis e de exploração. Coisas, por exemplo, como trabalhadores a tempo inteiro e com tarefas fixas que estão durante anos a recibos verdes sem nunca ninguém perguntar à empresa (que é às vezes o próprio Estado) porque não faz um contrato. E porque não? Para ter menos despesa. Quem a tem? O trabalhador, em dobro do que teria a empresa e ainda sem ter direito a baixa médica, licença de maternidade, subsidio de desemprego. 

Por fim, mais dois links: primeiro para um post de outro blog - atenção que o site que está linkado nesse post foi depois alterado. Leiam mesmo o post e fiem-se no que lá está escrito.
segundo para o perfil da ministra aqui citada, no site do governo.

É a merda o país que temos.

(se alguém leu até aqui: ena pá, que coragem!)

28 outubro 2010

Amor de Perdição LXXXIV

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Adoro os novos nomes para as profissões de sempre.
Ontem quando cheguei a casa e liguei a televisão fiquei a saber que a Lúcia Piloto já não é cabeleireira, é hair stylist. Podia ser estilista de cabelos, mas não.
As pessoas que trabalham nas escolas no meu tempo eram contínuos/as (nunca gostei), depois passaram a auxiliares de acção educativa e agora parece que já são outra coisa qualquer. Continuam a ser pouquíssimos e mal pagos que mete dó mas têm nomes mais trendy. Na moda, portantos.
Depois há os accounts, antigamente conhecidos como comerciais. As dançarinas exóticas, antes strippers, mesmo que o exotismo seja ao som de Lady Gaga. Os criativos, antes designados por uma série de nomes mas assim poupa-se porque contrata-se um criativo em vez de dois ou três especialistas em coisas especificas. E os júniors, very british também, antes eram estagiários.

27 outubro 2010

Sobre as declarações do Teixeira dos Santos

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Ele pinta o cabelo não pinta?
É que fico sempre na dúvida se é a tv que faz um cabelo grisalho parecer amarelo pintainho.
Esta dúvida anda o moer-me há c'anos.

(doente)

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Anda tudo a falar das primeiras castanhas do ano e eu ainda nem lhes senti o cheiro. Nem disso nem de mais coisa nenhuma. O olfacto é subvalorizado (concluo isto uma/duas vezes ao ano).

Alegra-me pensar que estamos quase no dia das bruxas, este ano é que vai ser - já tenho máscara e tudo: vou de palhaça. Tenho u(m) nariz vermelho com um aspecto muito natural.

Atchim e adeus que me dói o neurónio.

26 outubro 2010

Ódio de estimação LXXXIV

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(ando especialmente sensível à temática apresentadores de televisão. Com sensível quero dizer crítica, para o bom e para o mau.)

Odeio absolutamente a maneira como a Sofia Carvalho - apresentadora do Querido Mudei a Casa, dos resumos da Moda Lisboa e directora da Sic Mulher - se maquilha. 
Não é tanto por achar que lhe fica muito e muito mal - que acho - é mais por ser sempre (ou quase sempre) igual. Maquilhadores profissionais a cirandar à volta dela devem ser às dezenas e a senhora aparece sempre com o riscão preto a fazer-lhe desaparecer os olhos...?

Disclaimer II

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Quanto ao assunto anterior, mudarei o template no aniversário do blog, esperando encontrar um meio-termo para o tamanho da letra. Até lá, se forem pitosgas, this is the place to be. 

25 outubro 2010

Disclaimer

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Muitas vezes acho que o tamanho de letra dos posts neste blog é imprópria para maiores de 10 anos mas são manias do template que nem sempre consigo contornar. 
Concordam que às vezes é difícil ler? Mudo o aspecto disto?

Nota: o tamanho de letra neste post é "grande" e do anterior é "normal"... 

Um banco, uma cadeira, um sofázinho?

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Pois então as lojas de roupa desataram a ter colecções de sapatos. Está lindamente. Lembro-me de ver na Zara os sapatos (meia dúzia) juntinhos lá num canto, agora está tudo espalhado pelas lojas, em prateleiras altas, no chão e onde mais haja espaço. Não me aquece nem me arrefece, mais não seja porque não compro senão roupa nestas lojas - os sapatos não me servem.
Mas (sem mas não havia assunto) um destes dias decidi experimentar umas botas numa Zara. Posso ser só eu mas quando experimento sapatos tenho o hábito de me sentar para me descalçar e calçar. Pelos vistos é mania minha porque os senhores não tinham nem um banco à vista. Encostei-me a um expositor, equilibrando-me para não cair (seria bonito), e passada meia hora vem uma jovem dizer-me que não posso encostar-me. E eu acho que ela tem razão mas se querem vender a porcaria do calçado (e devem querer) deviam ter umas soluções, não? Observei-a, esperando que me indicasse onde devia então fazê-lo. Em vão. Sou mesmo só eu que sou naba e não consigo calçar umas botas sem fecho sem ter um apoio extra? 

24 outubro 2010

Tenho uma dúvida..

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O Chavez veio ajudar o "amigo" Sócrates a fazer o quê?

22 outubro 2010

Hãããããããn?

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Chateia-me a estupidificação veiculada pelos canais de televisão, a todas as horas do dia, sem espaço ao crescimento intelectual dos menos instruídos ou à estimulação dos mais interessados.

Irrita-me ouvir pessoas a falar com crianças como quem fala com bebés, ou com idosos como quem fala com paredes, ou ainda com quem tem uma dúvida como se fosse completamente idiota. 
Isto faz-me ranger mais os dentes quanto maior for a responsabilidade profissional ou moral daqueles que assumem a inferioridade (face à realidade ou a si próprio) dos seus interlocutores.

No caso das televisões enerva-me, sobretudo, a falta de variedade. A falta de esforço, de visão e de vontade de experimentar. 
Não gosto mas percebo os talk shows de apelo à lágrima pela exploração de emoções e vidas alheias (vou acreditando que o conhecimento de que certas coisas acontecem alerta para problemas de fundo), não aprecio mas concedo nos programas que não trazem qualquer valor acrescentado (a menos que me esteja a escapar alguma coisa na ciência que é atravessar paredes ou ir parar a uma piscina), vejo muitas vantagens na aposta na produção nacional seja cinema, novelas ou séries (programas de mau humor é que não).  
Não espero que um canal dedique a sua programação a um público que não vai assistir e arriscar perder audiências....mas porque se assume a estupidez dos idosos que supostamente são quem mais vê tv? Porque é que seja em que canal for vemos sempre a mesma programação: talkshow, noticiário, talkshow, novelas, noticiário, novelas, série depois das 0h, filme, chamadas de valor acrescentado (cartaz cultural às 2h de quinta-feira). 
Não se ganhava mais com variedade de programação e de (nível de instrução e interesses do) público?

A única justificação que encontro para isto é que assim se obriga muita gente a ter canais por cabo. O que ainda é pior.

21 outubro 2010

Actualizando versões

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Transferindo "me days" para linguagem de 2011, um dia especial para os beneficiários das medidas de incentivo à pobreza (conforme propostas) será, por exemplo:

Abrir uma garrafa do refrigerante favorito
Abrir uma lata de conserva (podem ser duas, se se tiver emprego)
Cozinhar utilizando margarina
Comer tudo e terminar com uma sobremesa láctea.
Passar a tarde a ler um livro (só enquanto houver luz natural suficiente).


[ah e tal, estás a exagerar. pois estou mas se calhar não é assim tanto e para algumas pessoas não será nada mesmo]

Amor de Perdição LXXXIII

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Gosto de ter os meus dias "me".


Dias especiais porque faço o que me apetece (ou algo que me apetece, já não é muito mau) e em que aproveito para ordenar ideias e alinhar chakras (whatever that is). 
Simples e, no entanto, tão complicado.


O que faz com que um dia passe de dia normal a dia "me" varia conforme os humores e os fundos. O mais importante é que nesse dia ninguém me pise os calos (eu disse que era complicado...). 

20 outubro 2010

Nem imaginam

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Nem imaginam o esforço que estou a fazer para não escrever 1002 posts sobre as medidas de austeridade* para a classe média que o OE'11 traz consigo + todos os comentários que a classe política tem feito + uma data de parvoíces que me ocorrem.



*austeridade austera como chamou o senhor jornalista da sic, sem querer acho, e eu gostei.

19 outubro 2010

Ódio de estimação LXXXIII

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A personagem Horatio Caine.
Mexe-me com os nervos.

18 outubro 2010

Não sei como é com vocês...

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..mas no meu grupo de amigos (num dos) toda a gente sabe a vida dos restantes porque os homens não são capazes de manter a boca calada nem que lhes seja claramente apresentada a estrita confidencialidade do assunto.

(estou até convencida de que uma informação circula mais depressa se for privada)

E claro que quem tem a fama continuam a ser as mulheres.

15 outubro 2010

Pérolas

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"Há portugueses que não sabem o que é que hadem fazer à vida"
Jerónimo de Sousa

2011: APIP

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2010 é o Ano Europeu do Combate à Pobreza e 2011 deve estar quase quase a ser anunciado como o Ano Português de Incentivo à Pobreza. É só aprovar-se o OE2011.
É que isso de virem de lá essas iniciativas modernas da europa para estragar o panorama económico-financeiro português não está com nada.

14 outubro 2010

Amor de Perdição LXXXII

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Gosto de fotografias.
E de bons fotógrafos.
E de histórias para sempre associadas a fotografias e recordações que nunca teríamos se não fosse por ter ouvido várias vezes a mesma coisa enquanto se olha para um fragmento de tempo.
E fotografias de sítios onde nunca estive e pessoas que nunca vi e que são diferentes de mim e de quem eu conheço.   


13 outubro 2010

You can call me Cinderella

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(só que em vez de ter um príncipe com um sapato à minha procura, ando eu à procura do sapato. modernices)

Ontem experimentei 7 pares de sapatos e nenhum me servia. Aquilo ou chinelos era o mesmo (mas em mais caro e mais ridículo). 
É isso. 

(isto é recorrente) 
(e deprimente)

Credo

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Já viram um anúncio de um novo programa na sic mulher com uma senhora de cor-de-rosa que pelos vistos vai apresentar o programa?
Aquilo é penoso.

"Olá, estava só à sua espera"
Logo aqui estraga tudo. 

Depois tem uma dicção medonha que me convence que qualquer pessoa pode apresentar um programa (ah, espera, eu já estava convencida disso) e todo o anuncio é um crescendo de pânico. 

Há pessoas que nascem para comunicar, outras que nem pensar. O único problema disso é mesmo haver quem mande em televisão e não saiba distinguir pessoas de um e de outro grupo. 

12 outubro 2010

Ódio de estimação LXXXII

1 comentários
(esta é mais uma das minhas manias)
Odeio que me deixem loiça dentro do lava-loiças.
Ou fica na bancada ou vai para a máquina, dentro não. Só dá asneiras e porcarias.

11 outubro 2010

wth?

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Quando muda a estação instala-se a dicotomia na forma como as pessoas se apresentam: misturam-se as botas e as sandálias, os casacos grossos e as malhas leves, etc. Duas vezes ao ano, é certinho.

Mas depois há pessoas que estão tão baralhadinhas que se apresentam de sandálias brancas rasas com uma gabardine (e sabe-se lá mais o quê) em espaços interiores e exteriores, num fim-de-semana de chuvas intensas.

É um statement?

10 outubro 2010

Muito giro

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07 outubro 2010

Amor de Perdição LXXXI

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Gosto de facilidades servidas em bandeja.
Essa de que tudo o que demora a ser conquistado tem mais sabor é velha e bafienta. 
Estou cansadinha de correr atrás das coisas mais elementares e destas nunca me chegarem (qual burro..).
Venham as facilidades, as ofertas, o prémio do euromilhões, a paz e tudo a que tenho direito. Tudo o que mereço (que são mais coisas).
(dentro da legalidade, pois claro)

06 outubro 2010

(sem título)

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Não percebo se é uma sede desenfreada de consumo ou uma tentativa de ter um stock de tudo o que é preciso para quando o iva subir, mas as minhas últimas incursões em espaços de venda ao público (leia-se centro comercial) têm sido marcadas pela constatação de que há ali muito mais gente do que era habitual. A sério, ir por exemplo ao supermercado comprar meia dúzia de tretas é coisa para hora/hora e meia, boa parte das quais gasta em esperas e passos de caracol na travessia de um corredor. E não falo só do feriado.
Eu própria sinto uma compulsão para comprar um pouco de tudo (simplesmente continuo à espera de um prémio no euromilhões) e não sei explicar se é pela prolongada abstinência - corta-se em tudo para se ter uma coisa que se quer, é a velha fórmula - ou pelo peso da noção de que isto vai piorar que me cria uma necessidade de um antidepressivo fácil e livre de químicos (coisas novas). 
A psicologia explicará.

05 outubro 2010

Conselho prático para homens

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Nunca na vossa vidinha hesitem quando dizem o nome da vossa mulher/namorada, sobretudo se estiverem a falar com ela. Mais cuidado ainda no caso de ela estar a fazer o jantar que vocês vão comer, nomeadamente a descascar cenouras. 
(é campo fértil para ideias, não sei se estão a ver...)

Ódio de estimação LXXXI

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Odeio que falem comigo (ao meu lado) quando estou a falar ao telefone.
Muito simplesmente não tenho capacidade para ouvir uma delas, com a outra a querer também a minha atenção.
São coisas.

04 outubro 2010

Será?

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Do DN.
Se assim for, a sério que fico muito bem impressionada e até sou capaz de ignorar completamente o facto de ser um "vote for me" muito mal disfarçado.
Toda a gente vê que é possível fazer isso, o que ninguém percebe é porque não é uma das primeiras coisas a serem feitas. Mas pôr mãozinhas ao trabalho e dizer corta aqui, corta ali, é bom..é bom. (em teoria, pelo menos)

(e se o Passos fosse PM, teria feito isto?)

01 outubro 2010

Estado do Mund(inh)o

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A "elite" política sente necessidade de falar quando sabe que o povão está de trombas (ou a roer as unhas, que não é melhor). Como sempre só sai asneira. Por exemplo...

A começar? Está certo...portanto, andam há quantos meses a insinuar que o actual governo não tem condições para continuar? E ainda nem começaram a pensar nas propostas que nos vão vender? Bonito. 

Senhor Primeiro, tenha atenção a isso, se calhar é melhor ir já ao médico...não se esqueça que muito brevemente as comparticipações nos exames de diagnóstico (ou lá como lhes chamou) vão ser reduzidas (e o senhor tem o colégio dos meninos para pagar).

Calha a todos, agora que já as tomou dormimos nós mal. Sendo que os funcionários públicos devem dormir um pouquinho pior. Sobretudo aqueles que mesmo ganhando acima de 1500€ têm a casa para pagar, os filhos para pôr na escola (isso custa dinheiro mesmo no ensino público), medicamentos e consultas para a família toda e ainda comer (luxo!).

Por fim, e porque a opinião de experts sempre valida aquilo que já todos percebemos...


Vá, não estejam deprimidos. Está tudo....coiso. Afinal hoje é sexta-feira e terça é feriado! 

30 setembro 2010

Amor de Perdição LXXX

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Gosto de email por permitir um contacto muito mais próximo do que qualquer outro meio. 
Lembro-me dos tempos de escola (sem net e sem telemóveis) em que imensas histórias de verão se perdiam pelo tempo que as separava do regresso às aulas. Conservo ainda algumas cartas desse tempo, onde se contam algumas coisas mas onde, inevitavelmente, falha a dinâmica pergunta-resposta.
Lembro-me de ter a minha mãe à perna por falar ao telefone durante meia hora. (Ela fazia pior)

Há um conjunto de pessoas com quem falo sobretudo por email e assim consigo conservar a presença na suas vidas e delas na minha. Sabem talvez mais do que quem me vê todos os dias, pelo simples facto de perguntarem sobre aquilo que nunca perguntamos.

29 setembro 2010

Porreiro pá

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*suspiro*

Hoje de manhã..

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..saí de casa a horas obscenas. Para mim qualquer hora da manhã é obscena mas hoje foi mais cedo do que geralmente tem de ser. Anyway, não havia quase ninguém na rua mas houve um homem que me acenou do outro lado da rua. Além de ver um bocado mal ao longe, era demasiado cedo e não se pode esperar nada de mim. Fiz um discreto cumprimento com a cabeça só para não ser mal-educada mas estou até agora sem saber quem poderia ser. Não conheço ninguém que more ali perto...
Se calhar ele também era pitosga e foi ele que se baralhou e não eu.

Alívio

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Consegui recuperar a totalidade dos ficheiros que tinha no computador que avariou, incluindo horas de trabalho, música e fotos.
Perdi umas horas a pesquisar em dezenas de fóruns do mundo e a solução acabou por sair da minha linda cabeça. Podia dizer ai que sou tão geek mas a verdade é que, como em tantas tantas coisas, a solução mais simples é a melhor. 
E é isso.

28 setembro 2010

Ódio de estimação LXXX

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Odeio coisas que se prolongam para lá do razoável. 
Copos de água, festas, reuniões, compromissos...filas de espera (e tudo o que contenha no seu nome a palavra espera)... filmes, telefonemas.

27 setembro 2010

(sem título)

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Pergunto-me se será mais estúpido
ter ido pela terceira vez a um restaurante onde nunca fui bem atendida (e onde a comida não é fantástica)
ou
esse restaurante continuar a permitir-se ter um serviço péssimo (desatento, lento, sem simpatia, sem grande educação) (com o gerente ou dono a passear-se por ali).

24 setembro 2010

Lendo

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Começo a achar que a minha mania de não deixar de ler um livro até ao fim mesmo que o ache desinteressante (quer em termos de estilo, quer de história) é uma perfeita idiotice. 
Nunca nesta vida hei-de ter tempo para ler tudo o que quero, mais vale ler compulsivamente apenas coisas que me fazem ter vontade de ler dessa maneira, sempre que possa fazê-lo.

Por alguma razão, estes "achismos" nunca passam disso.

23 setembro 2010

Que mimo (à portuguesa)

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Cito, do Público online:

"A escola de Lamego que, no ano passado, foi escolhida pela Microsoft para integrar a rede mundial de escolas inovadoras, fechou as portas. Os 32 alunos da EB1 de Várzea de Abrunhais - que dispunham de wireless e em cujas aulas os Magalhães trabalhavam conectados com o quadro interactivo - foram transferidos para um centro escolar onde não há telefone nem Internet."

O resto, aqui.

1.º: onde é que foi para o material?
2.º: com tanta polémica com as escolas que fecham (e eu até concordo que é preciso fechar algumas) esta foi a melhor maneira de se provar que o ministério não sabe o que faz. E não foi preciso mais ninguém mexer uma palha.

Amor de Perdição LXXIX

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Adoro quando me contam um acontecimento ou um facto ou whatever como se fosse a maior novidade, fresquinha como fruta acabada de colher, e eu faço o meu ar de enfado e respondo: ah, isso, sim já sabia..(e até acrescento pormenores). Depois perguntam-me: já sabias? como é que soubeste? [= o quê eu não soube isso em primeira mão??]
E então eu respondo (é esta a parte que eu gosto): li num blog...

(acontece-me com alguma frequência)

22 setembro 2010

Idosos

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Ontem a Sic apresentou várias reportagens sobre o abandono de idosos (em casa própria, lar ou mesmo hospitais) e sobre a solidão daqueles que não têm família. Sugeria-se, nos entretantos, consequências sociais e mesmo criminais para aqueles que não tratam os seus idosos nos termos que se considerem adequados. 
Isto fez-me pensar em duas coisas (vou tentar resumir):

1. A simplificação de todos os processos e a informação, em oposição à habitual desinformação, por parte da SS seria um bom começo de conversa para que as pessoas deixassem de se sentir completamente escravas das doenças dos seus familiares. Em vez disso obriga-se toda e qualquer pessoa a adivinhar se tem ou não direito a apoios de alguma natureza ou a perder horas em filas e a sacar as informações que precisa do pessoal bem-disposto dos serviços  (quem não se identificar com o padrão não há-de se ofender). 

2. Por muito ultrajante que me pareça que alguém não queira saber do seu pai, mãe, avô ou avó, não posso deixar de questionar a obrigatoriedade. Por que razão irá alguém querer ter ao seu cuidado uma pessoa com quem nunca estabeleceu uma ligação? Só porque há um "laço" de sangue? Não me parece. Mais facilmente se despende tempo para dar atenção a alguém que sem ter qualquer obrigação nos acompanhou a infância do que a alguém que apesar de (moral e legalmente) obrigado a isso nunca nos foi nada.

21 setembro 2010

Ódio de estimação LXXIX

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Odeio dobragens. São tudo de mau.
As traduções já são terreno minado, com tanto erro.
Mas nas dobragens não se perde só o significado, perde-se a entoação e a voz. E são um atentado à criação artística*.
Já imaginaram nunca ter ouvido a voz dos actores americanos? Já vi a cara de surpresa de alguns amigos italianos ao ouvirem pela primeira vez o original de um filme que viram imensas vezes. 

*ainda que seja, ao mesmo tempo, uma actividade que dá emprego...

20 setembro 2010

Ler notícias é muito importante

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O Carrilho saber que foi demitido através da Lusa é quase tão bom como as declarações do Ministério da Cultura depois da demissão do Barreto Xavier.
Mas cheira-me que os próximos episódios vão ter muito mais piada.

Argh

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Mas uma vez o meu computador deixou-me apeada. Não caibo em mim de contente, agora além de não poder aceder às minhas coisas tenho de usar o computador alheio. Sem favoritos, sem tabs, sem pass gravadas e sem os meus documentos, músicas e sei lá mais o quê (pensem em 4 anos de uso intensivo, é isso).
Mais aquela parte de estar a tentar adiar o máximo de tempo possível a compra de um novo, que o dinheiro faz falta do meu lado. Estou mesmo muito contentinha.

Entretanto, ajudava mesmo saber de umas apps boas para o telemóvel (symbian) para usar o blogger. Alguém usa?

17 setembro 2010

(sem título)

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Fazemos o TGV? Fazemos, por causa da crise, as empresas precisam deste tipo de iniciativas.
Fazemos o TGV? Não, a conjuntura económica não o permite.
Não, não é a mesma coisa, não vêem que as declarações distam meses?

Era tão interessante que o Canal Parlamento funcionasse tipo RTP Memória, emitindo sessões passadas...
Já agora, alguém sabe como se vai de Lisboa para o Poceirão?

16 setembro 2010

Amor de Perdição LXXVIII

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Desculpas esfarrapadas.
Ok, às vezes também as odeio. Mas quando há coisas que já não têm remédio, adoro ouvir as desculpas que as pessoas inventam como se achassem que alguém vai acreditar naquilo. Torna-se cómico e uma piada vem sempre a calhar.

15 setembro 2010

Ou, resumindo,

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não há fresh starts.

Treta da memória

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Raramente, para não dizer nunca, me esqueço de um aniversário ou de um acontecimento especial que me seja comunicado. Sei o dia de anos de toda a gente, dos filhos todos de toda a gente e até sei que é este o ano em que X foi para a escola e em que Y passou para o ciclo. 
Não me lembro de muitas coisas que acontecem no dia-a-dia. Não sei a história dos filmes todos que já vi, nem da maioria. Não me lembro de tudo. Sei onde fui, com quem fui, sei se me contaram tal coisa e se aconteceu alguma cena importante. Reparo nos pormenores e guardo muita informação que, não estando presente, está disponível.

Tem a sua utilidade. 
O problema é que também me lembro do que me dizem. E há muito quem diga as coisas só para magoar, marcar, pisar ou ficar em posição "superior". Acredito que tudo o que é dito tem um fundo de verdade, não é só a brincar que se dizem as maiores verdades (como diz o povo) mas sobretudo em situações de conflito (digo eu). É no ataque que se dizem as coisas que nunca se disseram antes (mas sempre se pensaram). 
Depois de me dizerem uma destas coisas (quer seja respeitante a mim e à minha vida ou não), não as esqueço. Não porque não quero, apenas porque isso não acontece assim. Figurativamente, depois de darem um pontapé na cadeira esta fica coxa e não há calço que a ponha direita.
É por isso que não confio em certas pessoas, nunca lhes dou tudo o que podia dar nem acredito que sejam sinceras nas suas declarações. 

14 setembro 2010

Ódio de estimação LXXVIII

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Odeio que me ofereçam coisas para a casa.
Por principio odeio que no Natal ou no aniversário escolham "para mim" uma coisa "para a casa". Logo eu que sou tão pouco dada a tudo o me podia aproximar de uma fada do lar ou mesmo de uma dona de casa que se dê ao respeito. Se é para mim é para meu uso pessoal, para eu gostar.
Mas também odeio que o façam fora das "festas"...eu é que sei como decorar a minha casa, se for para oferecer alguma coisa pelo menos que seja uma coisa que não empate ou que não tenha de ficar em exposição.

13 setembro 2010

Uma história e (mais uma) teoria

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Sim, tenho muitas teorias. A maioria delas é parva e por isso impublicável mas sobram algumas, menos idiotas.
Esta teoria já tem barbas, vem desde a minha pré-adolescência. Como a teoria é simples e curta, acompanha-a a história.

Naquela altura ia muitas vezes almoçar ou jantar fora em família. Não era propriamente divertido, sendo eu a única criança tinha pouco com que me entreter e comer não era coisa que me desse especial gozo. Assim, uma pita faz o que uma pita tem de fazer, a minha actividade cada vez que íamos a um restaurante novo (para mim) era ir cuscar os lavabos. 
O objectivo era simples, tal como a teoria - que é esta: restaurante que se preze tem um bom wc + se o wc está limpo e cuidado, assim estará a cozinha (quem tem determinados cuidados tem outros que se lhes assemelham). 
Utilidade: se vais a um restaurante que até tem bom aspecto mas que tem uma casa-de-banho miserável e badalhoca, provavelmente não é sítio onde a comida vem nas melhores condições. 
Portanto, quem precisa da ASAE quando tem a Mnemósine?

O melhor de tudo é que esta teoria é aplicável ao restaurante mais fino e à tasca mais tasca, mesmo que o wc seja a coisa mais simples do mundo pode (deve) estar limpo.

10 setembro 2010

O meu afilhado

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O meu afilhado está cá a passar os últimos dias que lhe restam de férias. 
Descrevendo o meu afilhado:
Tem 8 anos.
Conjuga muito bem o verbo querer na primeira pessoa do singular, tal como o verbo comprar na terceira do singular e primeira do plural. 
Não trouxe a Playstation cá para casa. Não sabe que faça à energia.

Hoje: fomos a três lojas para ele comprar um jogo para a PS (estava garantido), não gostava de nenhum (e descobria isto apenas por olhar por uns segundos para a contracapa) (também é verdade que a vida não está fácil para quem se vê obrigado a comprar jogos com classificação para 8 anos: 12+, 16+ e 18+ viu ele muitos e o que queria mesmo era o GTA ou similar). Acabámos por voltar à primeira loja, onde comprou um em que nem tinha reparado antes de eu lhe chamar a atenção para o facto de serem 3 jogos em 1 (se fosse sempre tão fácil...).
Pelo meio ainda consegui explicar-lhe o que é um cartão de crédito e um contribuinte, passando pelo facto de todos (teoricamente, não expliquei isso) contribuirmos para o Estado através de umas coisas a que se chama impostos.

Posto isto, acho que sou uma boa madrinha.

09 setembro 2010

Fashion night out

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Hoje é o fno. Yes!
Descontos e lojas abertas e ofertas e coisas a acontecerem. Yes!
É giro.
Só falta haver dinheiro para ir gastar assim, como apetece. Ups!

Então fico-me pela dinner night in.

Amor de Perdição LXXVII

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Gosto da noite.
Do silêncio, da solidão, de não ser interrompida no que escolho fazer.

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Elevador do centro comercial:

Ah e viram o acidente?
Qual acidente?
Aquele em que morreram bué portugueses? :) 
Qual?
Ah não sabem? [conta a história como quem está a contar que foi promovido, com um sorriso e sei lá mais o quê]

É a crise. Deve ser. Espero que seja.

08 setembro 2010

Em geral

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07 setembro 2010

Ódio de estimação LXXVII

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Spoilers.

Odeio quando a sinopse de um filme conta metade da história, ou mesmo só a parte que interessa.
Quando a contracapa do livro já diz coisas que só se deviam descobrir no décimo capitulo.
Quando a apresentação de uma série mostra o plot point que só vai acontecer lá para meio da temporada.
Quando me contam um filme e depois me dizem "tens que ver!"...
Quando falho um episódio e quem viu vai logo contando a melhor parte.
Eu sou a pessoa que não lê posts sobre os filmes que quer ver ou sobre séries que os outros andam a ver na net, antes de mim. Eu sou a pessoa que não vai ver o alinhamento do concerto antes de ir para o local. Eu sou a pessoa que tapa os ouvidos e canta lalalala.

(aliás, já tinha abordado o tema..mas sob a forma de "vejam lá a minha vida" e não de ódio de estimação)